Hidrelétrica afetada por lama da Samarco fecha comportas para limpeza

As comportas da Hidrelétrica Risoleta Neves, também conhecida como Candonga, na Zona da Mata, em Minas Gerais, foram fechadas para limpeza; a estrutura recebeu 10 milhões de metros cúbicos (m³) de rejeitos que vazaram da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro do ano passado. Foi o maior desastre ambiental da história do País; a ação cumpre determinação do Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a mineradora Samarco, o MP-MG), a AGE e o Consórcio Candonga

As comportas da Hidrelétrica Risoleta Neves, também conhecida como Candonga, na Zona da Mata, em Minas Gerais, foram fechadas para limpeza; a estrutura recebeu 10 milhões de metros cúbicos (m³) de rejeitos que vazaram da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro do ano passado. Foi o maior desastre ambiental da história do País; a ação cumpre determinação do Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a mineradora Samarco, o MP-MG), a AGE e o Consórcio Candonga
As comportas da Hidrelétrica Risoleta Neves, também conhecida como Candonga, na Zona da Mata, em Minas Gerais, foram fechadas para limpeza; a estrutura recebeu 10 milhões de metros cúbicos (m³) de rejeitos que vazaram da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro do ano passado. Foi o maior desastre ambiental da história do País; a ação cumpre determinação do Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a mineradora Samarco, o MP-MG), a AGE e o Consórcio Candonga (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - As comportas da Hidrelétrica Risoleta Neves, também conhecida como Candonga, na Zona da Mata, em Minas Gerais, foram fechadas nesta segunda-feira (27) para limpeza. A estrutura recebeu 10 milhões de metros cúbicos (m³) de rejeitos que vazaram da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro do ano passado. Foi o maior desastre ambiental da história do País.

A ação cumpre determinação do Termo de Ajustamento de Conduta firmado no dia 15 de junho entre a mineradora Samarco – cujas donas são a Vale e a anglo-australiana BHP –, o Ministério Público (MP-MG), a Advocacia-Geral do Estado (AGE) e o Consórcio Candonga.

O fechamento parcial das comportas é necessário para que haja acúmulo de água. Após o término da operação, começará a limpeza da Samarco em um prazo de até cinco dias. A mineradora informou que serão usadas quatro draga para fazer a retirada dos rejeitos. 

 

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