Humberto: aliados fogem de Temer como o diabo da cruz

A pesquisa divulgada em Pernambuco, que mostra Lula com 59% das intenções de voto dos eleitores do Estado, contra míseros 11% do segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSL-RJ); o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), acrescentou que Michel Temer “não é defendido nem pelos seus aliados, que fogem dele, agora, como o diabo foge da cruz”

A pesquisa divulgada em Pernambuco, que mostra Lula com 59% das intenções de voto dos eleitores do Estado, contra míseros 11% do segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSL-RJ); o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), acrescentou que Michel Temer “não é defendido nem pelos seus aliados, que fogem dele, agora, como o diabo foge da cruz”
A pesquisa divulgada em Pernambuco, que mostra Lula com 59% das intenções de voto dos eleitores do Estado, contra míseros 11% do segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSL-RJ); o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), acrescentou que Michel Temer “não é defendido nem pelos seus aliados, que fogem dele, agora, como o diabo foge da cruz” (Foto: Leonardo Lucena)

Pernambuco 247 - A pesquisa divulgada nesta quarta-feira (13) em Pernambuco, que mostra Lula com 59% das intenções de voto dos eleitores do Estado, contra míseros 11% do segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), reforça, segundo o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), que a maioria do povo pernambucano quer a volta do ex-presidente ao comando do País e rejeita fortemente Michel Temer, “que não é defendido nem pelos seus aliados, que fogem dele, agora, como o diabo foge da cruz”.

De acordo com o parlamentar, os entusiastas apoiadores do golpe contra Dilma e da manutenção do governo Temer, que eram vistos aos montes meses atrás em debates públicos, sumiram por conta da flagrante incompetência da atual gestão e da massiva rejeição. “É difícil defender o indefensável. No lançamento de uma chapa em Pernambuco repleta de aliados do governo federal, ninguém, absolutamente ninguém, citou o nome de Temer. Já seria um absurdo o fato. Porém, mais do que isso, foi uma grande prova de ingratidão, porque ali estavam três ex-ministros do presidente no pós-golpe de 2016”, afirmou.

A pesquisa apontou que Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes pontuam com 3%, Geraldo Alckmin (2%) e os demais com 1% ou menos. Quando o nome de Lula é deixado de fora da disputa, a liderança passa a ser de Marina, que registra 15%, seguida por Ciro Gomes (6%). Os demais postulantes permanecem com 1% ou menos. Neste cenário sem Lula, os votos brancos, nulos, ou nenhum dos candidatos salta de 16% para 45%.

O congressista afirmou que o mesmo sumiço dos defensores de Temer ocorre no Senado, onde ele não vê mais os apoiadores do medebista discursando a favor das medidas do Palácio do Planalto. O líder da Oposição observa, porém, que ainda há alguns ministros na Esplanada, “completamente alienados e possivelmente sofrendo com surto psicótico”, que falam, de peito cheio, em defesa de “legado do governo”.

“Ora, o legado de Temer é a destruição de direitos, como os que foram retirados pela reforma trabalhista, e de programas sociais exitosos, como o Minha Casa Minha Vida e o Farmácia Popular. A única coisa que esse golpista levou para Pernambuco foi desemprego, desalento e miséria. É por isso que é tão detestado”, ressaltou.

O senador avalia que os pernambucanos querem a volta de Lula porque foi com ele que o Estado recebeu a fábrica da Fiat, a Hemobrás, os estaleiros, a refinaria Abreu e Lima, o polo petroquímico, a transposição do São Francisco e dezenas de milhares de empregos, avanços que transformaram o Estado numa locomotiva da economia do país.

O líder da Oposição lembra que todas essas conquistas estão se perdendo, e a tendência é piorar ainda mais por conta da PEC do Teto dos Gastos. Até o Tribunal de Contas da União (TCU), sublinhou hoje o parlamentar, condenou a proposta de Temer, por considerar que ela vai paralisar as contas públicas no futuro.

“Nós denunciamos vivamente aqui o absurdo que seria essa medida, responsável por congelar os investimentos públicos pelos próximos 20 anos. Os aliados de Temer incensaram essa medida como salvadora do país e das contas públicas. Agora, são confrontados pelo próprio TCU sobre os alcances nefastos dessa lei, que só tem trazido mais miséria ao Brasil”, disparou.

*Com assessoria

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