Humberto Costa: ‘Perícia demonstra fragilidade de denúncia contra Dilma’

"Para se caracterizar um crime de responsabilidade de um presidente da República, é necessário que haja sua participação direta. Mas quando vem um parecer e afirma claramente que não há participação direta da presidente no Plano Safra, essa denúncia, que já era frágil, se torna um pretexto para afastar uma presidente eleita pelo povo", afirmou o senador nesta segunda-feira 27, após a entrega do parecer da Junta pericial do Senado, a pedido da defesa

"Para se caracterizar um crime de responsabilidade de um presidente da República, é necessário que haja sua participação direta. Mas quando vem um parecer e afirma claramente que não há participação direta da presidente no Plano Safra, essa denúncia, que já era frágil, se torna um pretexto para afastar uma presidente eleita pelo povo", afirmou o senador nesta segunda-feira 27, após a entrega do parecer da Junta pericial do Senado, a pedido da defesa
"Para se caracterizar um crime de responsabilidade de um presidente da República, é necessário que haja sua participação direta. Mas quando vem um parecer e afirma claramente que não há participação direta da presidente no Plano Safra, essa denúncia, que já era frágil, se torna um pretexto para afastar uma presidente eleita pelo povo", afirmou o senador nesta segunda-feira 27, após a entrega do parecer da Junta pericial do Senado, a pedido da defesa (Foto: Gisele Federicce)

Pernambuco 247 – O senador Humberto Costa (PT-PE), ex-líder do governo da presidente Dilma Rousseff, afirmou nesta segunda-feira 27 que a perícia entregue à comissão do impeachment do Senado a pedido da defesa da presidente "demonstra fragilidade" ainda maior da denúncia contra Dilma.

"Para se caracterizar um crime de responsabilidade de um presidente da República, é necessário que haja sua participação direta. Mas quando vem um parecer e afirma claramente que não há participação direta da presidente no Plano Safra, essa denúncia, que já era frágil, se torna um pretexto para afastar uma presidente eleita pelo povo", afirmou.

O documento, assinado por três peritos, conclui que Dilma não participou das chamadas "pedaladas fiscais", uma das acusações para seu afastamento. E diz que a presidente agiu para liberar créditos suplementares sem o aval do Congresso através de três decretos de crédito, que eram "incompatíveis" com a meta fiscal.

Por fim, o próprio documento aponta, no entanto, como destaca o jornalista Fernando Brito, que o governo cumpriu as metas fiscais estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015.

"É bom que se diga inclusive que a base do governo golpista era totalmente contrária a que se fizesse essa perícia e foi graças a uma decisão do STF que ela foi realizada", lembrou Humberto Costa.

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