Humberto diz que Moro desrespeitou a Constituição

Líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou a divulgação de grampos telefônicos "ilegais" feita pela Justiça Federal do Paraná e também para chamar a atenção do avanço do fascismo no país. Segundo Humberto, a atitude do juiz paranaense Sérgio Moro é ilegal, típica de quem não aceita o jogo democrático e um desrespeito a Constituição Federal; "O que aconteceu ontem não é um atentado apenas contra Lula ou contra Dilma. Foi um atentado à democracia e à Constituição de alguém que, deliberadamente, quer convulsionar o país - com outros mais", disse

Líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou a divulgação de grampos telefônicos "ilegais" feita pela Justiça Federal do Paraná e também para chamar a atenção do avanço do fascismo no país. Segundo Humberto, a atitude do juiz paranaense Sérgio Moro é ilegal, típica de quem não aceita o jogo democrático e um desrespeito a Constituição Federal; "O que aconteceu ontem não é um atentado apenas contra Lula ou contra Dilma. Foi um atentado à democracia e à Constituição de alguém que, deliberadamente, quer convulsionar o país - com outros mais", disse
Líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou a divulgação de grampos telefônicos "ilegais" feita pela Justiça Federal do Paraná e também para chamar a atenção do avanço do fascismo no país. Segundo Humberto, a atitude do juiz paranaense Sérgio Moro é ilegal, típica de quem não aceita o jogo democrático e um desrespeito a Constituição Federal; "O que aconteceu ontem não é um atentado apenas contra Lula ou contra Dilma. Foi um atentado à democracia e à Constituição de alguém que, deliberadamente, quer convulsionar o país - com outros mais", disse (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), criticou a divulgação de grampos telefônicos "ilegais" feita pela Justiça Federal do Paraná. Segundo Humberto, a atitude do juiz paranaense Sérgio Moro é ilegal, típica de quem não aceita o jogo democrático e um desrespeito a Constituição Federal. O parlamentar defendeu que os órgãos de controle e o Congresso Nacional tomem posição clara sobre o ocorrido. "O que aconteceu ontem não é um atentado apenas contra Lula ou contra Dilma. Foi um atentado à democracia e à Constituição de alguém que, deliberadamente, quer convulsionar o país - com outros mais", afirmou.

Para o senador, ontem se deu o clímax dessa "tentativa golpista" de derrubar uma presidenta legitimamente eleita, quando o juiz Moro "extrapolou todas as suas prerrogativas com a divulgação de grampos ilegais".

O parlamentar ressaltou que, com base na legislação brasileira, as conversas registradas entre a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula teriam a obrigação de serem encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Não há limites para essa tentativa fascista de tirar o Governo a qualquer custo", afirmou.

Ele ainda questionou a legalidade da operação relacionada aos grampos citando a cronologia dos fatos. De acordo com as informações oficiais divulgadas pelos órgãos envolvidos na Operação Lava Jato, por volta de 12h, o juiz Moro mandou suspender o grampo usado contra Lula, tendo comunicado, inclusive, à Polícia Federal (PF) por telefone.

Às 13h30, ou seja, uma hora e meia depois da determinação de suspensão do grampo, a PF registrou a conversa de Lula e Dilma. Às 15h, a Polícia Federal encaminhou o registro do diálogo à Justiça do Paraná, Moro mandou degravar, juntou-o aos autos do processo e levantou o sigilo.
"No caso da presidenta da República, o que preconiza a lei é que os áudios sejam, inclusive, deletados. Mas não. O material foi especialmente encaminhado a uma empresa de comunicação com claro objetivo de provocar convulsão social no Brasil", disparou.

Humberto também condenou o comportamento da oposição em torno do caso ao dizer que, desde a derrota nas urnas em 2014, a oposição, associada a segmentos importantes da mídia e integrantes de poderes e instituições de fiscalização, trabalha diuturnamente para derrubar um governo eleito de forma legítima.

O líder do Governo também falou sobre o avanço do fascismo em todo o país. Ele lembrou que sedes do PT, do PCdoB e da União Nacional dos Estudantes (UNE) foram atacadas nas últimas semanas. "A violência está em alta escala e isso é a típica prática do fascismo. Em Brasília, no último domingo, vimos aclamado o deputado Jair Bolsonaro, principal porta-voz da extrema direita".

*Com informações da Assessoria de Imprensa

 

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