Humberto: 'Tive contatos institucionais com PRC'

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) admitiu, nesta segunda-feira (24), ter mantido "contatos institucionais" com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato; "Líderes políticos e empresariais participaram fortemente desse processo e mantiveram com o senhor Paulo Roberto muitos contatos. No meu caso, contatos institucionais", disse o senador, que negou neste domingo ter recebido R$ 1 milhão do esquema de corrupção e colocou seus sigilos à disposição

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) admitiu, nesta segunda-feira (24), ter mantido "contatos institucionais" com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato; "Líderes políticos e empresariais participaram fortemente desse processo e mantiveram com o senhor Paulo Roberto muitos contatos. No meu caso, contatos institucionais", disse o senador, que negou neste domingo ter recebido R$ 1 milhão do esquema de corrupção e colocou seus sigilos à disposição
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) admitiu, nesta segunda-feira (24), ter mantido "contatos institucionais" com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato; "Líderes políticos e empresariais participaram fortemente desse processo e mantiveram com o senhor Paulo Roberto muitos contatos. No meu caso, contatos institucionais", disse o senador, que negou neste domingo ter recebido R$ 1 milhão do esquema de corrupção e colocou seus sigilos à disposição (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O líder do PT no senado, Humberto Costa (PE), admitiu, nesta segunda-feira (24), que manteve "contatos institucionais" com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Costa foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato, que investiga denúncias de desvios e corrupção na estatal.

"Líderes políticos e empresariais participaram fortemente desse processo e mantiveram com o senhor Paulo Roberto muitos contatos. No meu caso, contatos institucionais", disse o senador em entrevista à Rádio Estadão referindo-se aos contatos mantidos com Costa por conta da implantação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Segundo o parlamentar, as acusações feitas pelo ex-diretor da Petrobras – que por meio do sistema de delação premiada afirmou que em 2010 teria repassado R$ 1 milhão para a campanha de Humberto Costa para o Senado – são inconsistentes.

Ele também questionou a denúncia feita por Paulo Roberto Costa de que o repasse de R$ 1 milhão seria uma exigência do PP pelo fato de não existir motivos para que um partido financiasse a campanha política de um integrante de outra legenda. "Não acredito que sobrasse dinheiro ao PP", observou. "Dinheiro não nasce de geração espontânea. Ele (Paulo Roberto) não diz quem fez e como foi feita a contribuição", completou.

Humberto, que colocou seus sigilos telefônico, fiscal e bancário à disposição da Justiça, voltou a dizer que todas as doações feitas à sua campanha foram feitas de forma legal e transparente.

Veja aqui a matéria publicada pelo Estadão.

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