IBGE: AL tem o maior crescimento em mortes

Segundo a Estatística do Registro Civil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos 10 anos Alagoas foi o estado que mais cresceu na quantidade de mortes violentas de jovens entre 20 e 24 anos; no Brasil, a participação dos óbitos violentos no total de óbitos cresceu de 6,4% para 11,4%, entre 1974 e 2004; nesses anos, os óbitos violentos masculinos representaram 76,2% e 83,9%, respectivamente; já em 2014, as mortes violentas reduziram-se a 10,2% do total de óbitos, mas a participação dos óbitos violentos dos homens chegou a 84,2% do total

Segundo a Estatística do Registro Civil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos 10 anos Alagoas foi o estado que mais cresceu na quantidade de mortes violentas de jovens entre 20 e 24 anos; no Brasil, a participação dos óbitos violentos no total de óbitos cresceu de 6,4% para 11,4%, entre 1974 e 2004; nesses anos, os óbitos violentos masculinos representaram 76,2% e 83,9%, respectivamente; já em 2014, as mortes violentas reduziram-se a 10,2% do total de óbitos, mas a participação dos óbitos violentos dos homens chegou a 84,2% do total
Segundo a Estatística do Registro Civil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos 10 anos Alagoas foi o estado que mais cresceu na quantidade de mortes violentas de jovens entre 20 e 24 anos; no Brasil, a participação dos óbitos violentos no total de óbitos cresceu de 6,4% para 11,4%, entre 1974 e 2004; nesses anos, os óbitos violentos masculinos representaram 76,2% e 83,9%, respectivamente; já em 2014, as mortes violentas reduziram-se a 10,2% do total de óbitos, mas a participação dos óbitos violentos dos homens chegou a 84,2% do total (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Em 10 anos, Alagoas foi o estado que mais cresceu na quantidade de mortes violentas de jovens entre 20 e 24 anos, conforme a Estatística do Registro Civil, divulgada nesta segunda-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa subiu de 130,3 mortes por grupo de 100 mil jovens, registradas em 2004, para 332,6 mortes, em 2014. 

Em 2004, segundo os dados registrados em cartórios, foram 388 jovens mortos. Deste total, 203 óbitos foram classificados por natureza violenta no universo populacional nesta faixa etária de 155.751 habitantes. Dez anos mais tarde, o cenário foi bem diferente. Foram notificadas 601 mortes no total, das quais 469 foram violentas. A população de jovens em 2014 era de 140.993 habitantes.

Sobre mortes totais do grupo de homens, sem distinção de faixas etárias, o IBGE divulga que a taxa também subiu bastante em Alagoas. O índice cresceu de 73 óbitos por cada grupo de 100 mil jovens para 160,8 mortes por 100 mil jovens, representando o maior crescimento em comparação a outras unidades da Federação. 

Em 2004, foram 1.097 óbitos violentos de homens registrados em cartórios de Alagoas. Em 2014, o número aumentou para 2.602 mortos violentas. O Estado do Ceará foi o segundo que mais teve aumento na quantidade de homens mortos pela violência, assim como jovens de 20 a 24 anos também.

No Brasil, segundo o IBGE, a participação dos óbitos violentos no total de óbitos cresceu de 6,4% para 11,4%, entre 1974 e 2004. Nesses anos, os óbitos violentos masculinos representaram 76,2% e 83,9%, respectivamente. Em 2014, as mortes violentas reduziram-se a 10,2% do total de óbitos, mas a participação dos óbitos violentos dos homens chegou a 84,2% do total.

Nos últimos 40 anos, houve aumento significativo dos óbitos violentos nos jovens e adultos jovens do sexo masculino. Em 2014, no grupo de idade de 20 a 24 anos, o número óbitos violentos masculinos foi 4,9 vezes maior que o da população feminina.

Observou-se queda da mortalidade masculina por causas violentas por causas externas, na década 2004-2014, no Rio de Janeiro (de 131,5 para 93,3 a cada 100 mil homens) e São Paulo (de 125,7 para 91,6). Alagoas (de 73,0 para 160,8) e Ceará (69,3 para 141,5) foram as unidades da federação onde o aumento dos óbitos violentos entre homens foi mais significativo. 

Com gazetaweb.com

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