Ibsen Pinheiro: impeachment não vai passar

Presidente da Câmara no impeachment de Collor, Ibsen Pinheiro diz que “hoje falta a unanimidade daquela época”; segundo ele, “a votação vai ser apertada, mas o impeachment de Dilma Rousseff não vai passar”; o peemedebista aponta ainda que a atuação do juiz Sérgio Moro no caso dos grampos passou a ideia de politização, ou de revide, ou de um paladino acima das regras de conduta profissional judicial, um argumento a favor da presidente

Presidente da Câmara no impeachment de Collor, Ibsen Pinheiro diz que “hoje falta a unanimidade daquela época”; segundo ele, “a votação vai ser apertada, mas o impeachment de Dilma Rousseff não vai passar”; o peemedebista aponta ainda que a atuação do juiz Sérgio Moro no caso dos grampos passou a ideia de politização, ou de revide, ou de um paladino acima das regras de conduta profissional judicial, um argumento a favor da presidente
Presidente da Câmara no impeachment de Collor, Ibsen Pinheiro diz que “hoje falta a unanimidade daquela época”; segundo ele, “a votação vai ser apertada, mas o impeachment de Dilma Rousseff não vai passar”; o peemedebista aponta ainda que a atuação do juiz Sérgio Moro no caso dos grampos passou a ideia de politização, ou de revide, ou de um paladino acima das regras de conduta profissional judicial, um argumento a favor da presidente (Foto: Roberta Namour)

247 - Presidente da Câmara no impeachment de Collor, em 1992, Ibsen Pinheiro diz que “hoje falta a unanimidade daquela época”. Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ele diz que “a votação vai ser apertada, mas o impeachment de Dilma Rousseff não vai passar”. “Ao contrário do Collor, Dilma tem apoio de um partido que tem base social e inserções nos movimentos sociais, sindicatos, em alguns segmentos intelectuais”, afirma.

Ele aponta a delação do senador Delcídio Amaral e as gravações liberadas pelo juiz Sérgio Moro como fatos novos que poderiam constituir crime de responsabilidade, quando praticado e provado, que é a intromissão na independência dos outros poderes, no caso o Judiciário.

No entanto, afirma que a atuação do juiz no caso dos grampos passou a ideia de politização, ou de revide, ou de um paladino acima das regras de conduta profissional judicial, um argumento a favor da presidente (leia aqui).

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