Imbassahy condena declaração de Cardozo

Deputado federal disse não saber se interpreta como deboche ou negligência a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que "as pessoas têm total direito de dizer o que pensam”; ministro se referia à fala do presidente da CUT, Vagner Freitas, sobre "pegar em armas" para defender o mandato da presidente Dilma Rousseff; “Não é possível que o ministro da Justiça considere banal o fato de uma liderança sindical conclamar, de dentro do Palácio do Planalto, os seus liderados para pegar em armas e sair às ruas, entrincheirados"

Deputado federal disse não saber se interpreta como deboche ou negligência a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que "as pessoas têm total direito de dizer o que pensam”; ministro se referia à fala do presidente da CUT, Vagner Freitas, sobre "pegar em armas" para defender o mandato da presidente Dilma Rousseff; “Não é possível que o ministro da Justiça considere banal o fato de uma liderança sindical conclamar, de dentro do Palácio do Planalto, os seus liderados para pegar em armas e sair às ruas, entrincheirados"
Deputado federal disse não saber se interpreta como deboche ou negligência a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que "as pessoas têm total direito de dizer o que pensam”; ministro se referia à fala do presidente da CUT, Vagner Freitas, sobre "pegar em armas" para defender o mandato da presidente Dilma Rousseff; “Não é possível que o ministro da Justiça considere banal o fato de uma liderança sindical conclamar, de dentro do Palácio do Planalto, os seus liderados para pegar em armas e sair às ruas, entrincheirados" (Foto: José Barbacena)
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Bahia 247 - O deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) disse não saber se interpreta como deboche ou negligência a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que "as pessoas têm total direito de dizer o que pensam”.

O ministro se referia à fala do presidente da CUT, Vagner Freitas, sobre "pegar em armas" para defender o mandato da presidente Dilma Rousseff. No entendimento do deputado, um ministro de Estado, ao se pronunciar, está se posicionando em nome do governo que representa.

“Não é possível que o ministro da Justiça considere banal o fato de uma liderança sindical conclamar, de dentro do Palácio do Planalto, os seus liderados para pegar em armas e sair às ruas, entrincheirados. Foi um ato vergonhoso, que merece todo o nosso repúdio”, afirmou Imbassahy, acrescentando que vai cobrar do ministro uma explicação sobre a posição real do governo no tocante a tal declaração, digna de processo.

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