Imbassahy: "Estamos diante de um governo inerte"

As oscilações enfrentadas pela Petrobras na Bolsa de Valores nos últimos dias são consideradas pela bancada do PSDB na Câmara como 'evidência incontestável de que a estatal beira o colapso diante de um governo inerte'; segundo o líder do partido, deputado Antônio Imbassahy, a presidente Dilma Rousseff "não toma nenhuma atitude para estagnar a sangria"; "Não é possível que a situação permaneça seguindo nesse curso tão desagradável e constrangedor. É escândalo atrás de escândalo e o governo nada faz. É inacreditável"

As oscilações enfrentadas pela Petrobras na Bolsa de Valores nos últimos dias são consideradas pela bancada do PSDB na Câmara como 'evidência incontestável de que a estatal beira o colapso diante de um governo inerte'; segundo o líder do partido, deputado Antônio Imbassahy, a presidente Dilma Rousseff "não toma nenhuma atitude para estagnar a sangria"; "Não é possível que a situação permaneça seguindo nesse curso tão desagradável e constrangedor. É escândalo atrás de escândalo e o governo nada faz. É inacreditável"
As oscilações enfrentadas pela Petrobras na Bolsa de Valores nos últimos dias são consideradas pela bancada do PSDB na Câmara como 'evidência incontestável de que a estatal beira o colapso diante de um governo inerte'; segundo o líder do partido, deputado Antônio Imbassahy, a presidente Dilma Rousseff "não toma nenhuma atitude para estagnar a sangria"; "Não é possível que a situação permaneça seguindo nesse curso tão desagradável e constrangedor. É escândalo atrás de escândalo e o governo nada faz. É inacreditável" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - As oscilações enfrentadas pela Petrobras na Bolsa de Valores nos últimos dias são consideradas pela bancada do PSDB na Câmara como 'evidência incontestável de que a estatal beira o colapso diante de um governo inerte'. Segundo o líder do partido, deputado Antônio Imbassahy, a presidente Dilma Rousseff "comete crime ao não tomar nenhuma atitude para estagnar a sangria".

"Não é possível que a situação permaneça seguindo nesse curso tão desagradável e constrangedor. É escândalo atrás de escândalo e o governo nada faz. É inacreditável", disse o tucano no plenário da Casa nesta quarta-feira (17).

Na segunda-feira (15) as ações caíram quase 10%. Ontem (16), porém, fecharam no azul após pregões consecutivos de queda. No ano, as perdas acumuladas atingem 40%.

Para Imbassahy, Dilma indicou Graça Foster para promover mudanças pontuais na companhia, "sem comprometer os vários acordos políticos que a sustentam na presidência da República".

"Parece que Graça foi nomeada presidente da Petrobras para corrigir algumas coisas, mas por ordem da Dilma, não avançou muito para não prejudicar os companheiros".

Imbassahy cita "alguns episódios comprometedores protagonizados pela executiva no Congresso". Entre eles, a defesa da compra da refinaria de Pasadena (EUA), "que se mostrou escandalosa, e a omissão de informações" a respeito do pagamento de propina da SBM Offshore a funcionários da Petrobras. "O que nos resta concluir é que Dilma está sem condições de demitir a Graça", avaliou Imbassahy.

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