Imbassahy: "Wagner bateu na porta errada"

Ex-prefeito rejeitou indicação do governador para que a imprensa lhe questionasse sobre o fato de as construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, que, em parceira com a Siemens entregaram as obras da primeira etapa do metrô incompletas e com diversos problemas ao longo do percurso dos seis quilômetros que ficaram prontos; em nota o tucano disse que não entendeu o fato de Wagner ter envolvido o seu nome na decisão de contratar as mesmas empresas para finalizar a Linha e construir a Linha 2 do metrô

Ex-prefeito rejeitou indicação do governador para que a imprensa lhe questionasse sobre o fato de as construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, que, em parceira com a Siemens entregaram as obras da primeira etapa do metrô incompletas e com diversos problemas ao longo do percurso dos seis quilômetros que ficaram prontos; em nota o tucano disse que não entendeu o fato de Wagner ter envolvido o seu nome na decisão de contratar as mesmas empresas para finalizar a Linha e construir a Linha 2 do metrô
Ex-prefeito rejeitou indicação do governador para que a imprensa lhe questionasse sobre o fato de as construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, que, em parceira com a Siemens entregaram as obras da primeira etapa do metrô incompletas e com diversos problemas ao longo do percurso dos seis quilômetros que ficaram prontos; em nota o tucano disse que não entendeu o fato de Wagner ter envolvido o seu nome na decisão de contratar as mesmas empresas para finalizar a Linha e construir a Linha 2 do metrô (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247

O ex-prefeito de Salvador e atual líder da oposição no Congresso, deputado Antônio Imbassahy (PSDB), rejeitou a indicação do governador Jaques Wagner (PT) para que a imprensa lhe questionasse sobre o fato de as construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, que, em parceira com a Siemens, no Consórcio Metrosal, entregaram as obras da primeira etapa do metrô incompletas e com diversos problemas ao longo do percurso dos seis quilômetros que ficaram prontos.

Em nota à imprensa o tucano disse que não entendeu o fato de o governador ter envolvido o seu nome na decisão de contratar as mesmas empresas para finalizar a Linha e construir a Linha 2 do metrô. "O governador está buscando respostas para o que ele chamou de 'imbróglio do metrô', na porta errada".

O tucano argumenta que em seus oito anos de gestão (dois mandatos consecutivos de 1997 a 2004) à frente do Executivo soteropolitano o processo de licitação do sistema metroviário que começou a ser construído em 1999 "se realizou observando-se rigorosamente critérios técnicos e legais".

Todo o processo, diz o ex-prefeito, teve participação do governo federal e do Banco Mundial, com auditorias permanentes e aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). Para o deputado, é muito importante, mesmo que passados mais de oito anos, o reconhecimento do acerto do projeto originalmente concebido, que reconstitui o trecho Lapa/Pirajá e se estende até Cajazeiras, "tão necessário para a cidade".

Em coletiva para anunciar o resultado da licitação praticamente simbólica (não houve outra proposta) que teve como vencedora a paulista CPC, composta, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, Wagner disse que quaisquer possíveis problemas com as empresas deveriam ser questionados a Imbassahy.

"O problema com as empreiteiras é de quando a licitação foi feita, então, esta resposta não cabe a mim. Se teve algum problema é o ex-prefeito Imbassahy que deve responder, já que foi ele que colocou Salvador neste imbróglio que foi mais embrulhado ainda com o prefeito João Henrique, que não tem culpa, mas que não conseguiu desenrolar".

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