Impeachment é vingança de Cunha, diz governador

O governador Jackson Barreto (PMDB) afirmou ao 247 que acompanha o desenrolar do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) com “muita preocupação”; “Eu estou acompanhando com muita preocupação, com muita atenção, porque o que nós queremos, acima de tudo, é que seja mantido o Estado Democrático de Direito, o respeito às leis. Dilma não cometeu nenhum crime. Juridicamente, essa história das pedaladas é um pano de fundo para cobrir as intenções de uma elite que não suporta um governo de origem popular, eleito pela vontade popular”, afirmou

O governador Jackson Barreto (PMDB) afirmou ao 247 que acompanha o desenrolar do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) com “muita preocupação”; “Eu estou acompanhando com muita preocupação, com muita atenção, porque o que nós queremos, acima de tudo, é que seja mantido o Estado Democrático de Direito, o respeito às leis. Dilma não cometeu nenhum crime. Juridicamente, essa história das pedaladas é um pano de fundo para cobrir as intenções de uma elite que não suporta um governo de origem popular, eleito pela vontade popular”, afirmou
O governador Jackson Barreto (PMDB) afirmou ao 247 que acompanha o desenrolar do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) com “muita preocupação”; “Eu estou acompanhando com muita preocupação, com muita atenção, porque o que nós queremos, acima de tudo, é que seja mantido o Estado Democrático de Direito, o respeito às leis. Dilma não cometeu nenhum crime. Juridicamente, essa história das pedaladas é um pano de fundo para cobrir as intenções de uma elite que não suporta um governo de origem popular, eleito pela vontade popular”, afirmou (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - O governador Jackson Barreto (PMDB) afirmou ao 247 que acompanha o desenrolar do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) com “muita preocupação”. Ele voltou a criticar o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), a quem acusou de agir “por vingança”. JB ainda disse que acredita que os deputados federais de Sergipe, aliados a ele, “estão conscientes do seu papel em defesa da democracia”.

“Eu estou acompanhando com muita preocupação, com muita atenção, porque o que nós queremos, acima de tudo, é que seja mantido o Estado Democrático de Direito, o respeito às leis. Dilma não cometeu nenhum crime. Juridicamente, essa história das pedaladas é um pano de fundo para cobrir as intenções de uma elite que não suporta um governo de origem popular, eleito pela vontade popular”, afirmou.

Para o governador, Cunha não tem legitimidade para conduzir o processo de impedimento da presidente. “Eu acho que um processo de impeachment que é conduzido por uma pessoa sem qualificação como Eduardo Cunha, fere tudo o que a lei manda. Cunha responde a não sei quantos processos, é acusado de tantos crimes, e é ele que encaminha esse processo da forma que está sendo feito, com posição política claramente definida, ostensiva, ferindo tudo o que a lei manda. O que se quer fazer é uma vingança porque ele sabe que a situação dele não se sustenta. A qualquer momento, ele pode ser afastado. Esse processo é de uma ilegitimidade tão grande como é ilegítimo a posição dele na presidência da Câmara”, criticou.

Questionado se orientará os deputados federais que são seus aliados na votação do impeachment, Jackson Barreto afirmou que não precisa tomar esta medida. “Todos estão conscientes do seu papel em defesa da democracia”, ressaltou. O governador comentou ainda o posicionamento do deputado federal Valadares Filho (PSB), que já declarou voto favorável ao afastamento de Dilma. “Valadares Filho é o dono da cabeça dele, cada um faz o que achar politicamente correto, e amanhã preste contas do seu papel”, disse. 

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