Incêndio na Chapada não está totalmente combatido

Os focos de incêndios que, há mais de 20 dias, atingem a Chapada Diamantina, na Bahia, continuam sob controle, mas não foram totalmente combatidos. No Vale do Capão, município de Palmeiras, uma das áreas mais atingidas pelas chamas, os brigadistas conseguiram conter o incêndio na Serra da Moitinho, onde o fogo se intensificou; situação parecida é a do município de Lençóis 

Os focos de incêndios que, há mais de 20 dias, atingem a Chapada Diamantina, na Bahia, continuam sob controle, mas não foram totalmente combatidos. No Vale do Capão, município de Palmeiras, uma das áreas mais atingidas pelas chamas, os brigadistas conseguiram conter o incêndio na Serra da Moitinho, onde o fogo se intensificou; situação parecida é a do município de Lençóis 
Os focos de incêndios que, há mais de 20 dias, atingem a Chapada Diamantina, na Bahia, continuam sob controle, mas não foram totalmente combatidos. No Vale do Capão, município de Palmeiras, uma das áreas mais atingidas pelas chamas, os brigadistas conseguiram conter o incêndio na Serra da Moitinho, onde o fogo se intensificou; situação parecida é a do município de Lençóis  (Foto: Leonardo Lucena)

Bahia 247 - Os focos de incêndios que, há mais de 20 dias, atingem a Chapada Diamantina, na Bahia, continuam sob controle nesta segunda-feira (23), mas não foram totalmente combatidos. No Vale do Capão, município de Palmeiras, uma das áreas mais atingidas pelas chamas, os brigadistas conseguiram conter o incêndio na Serra da Moitinho, onde o fogo se intensificou na manhã desse domingo (22).

Situação parecida é do município de Lençóis. De acordo com o guia turístico e membro voluntário da Brigada de Resgate Ambiental de Lençóis (Bral), William Barros, o fogo é debelado todos os dias, mas volta a reacender. "Está tudo controlado (entre aspas) no momento, porque (o fogo) acaba voltando. Conseguimos conter as labaredas, mas ainda há incêndio em áreas de turfa (material de origem vegetal, parcialmente decomposto) ", afirmou ele, conforme o jornal A Tarde.

O brigadista disse que o fogo que atinge essas áreas de turfa acaba se propagando para outras regiões, criando novas "linhas de fogo". Segundo ele, a situação se complica ainda mais por conta da dificuldade de acesso a essas áreas. "Tem locais que são quase inacessíveis até para os guias mais experientes. Nem as aeronaves conseguem chegar", acrescentou.

De acordo com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, o fogo já teria consumo cerca de 30 mil hectares dentro e fora do Parque Nacional da Chapada.

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