Inflação sobe 0,49% em abril

Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou abril com alta de 0,49% em sete capitais; variação é 0,11 ponto percentual maior que a registrada na terceira prévia do mês (0,38%); desde o começo do ano, o índice já subiu 3,57% e, no acumulado dos últimos 12 meses, a alta atinge 9,24%;  levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) se refere a preços pesquisados em São Paulo (SP), Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília e Porto Alegre (RS)

People come to a supermarket to buy food during a break in the curfew imposed by the Honduran goverment, in Tegucigalpa on September 23, 2009. Ousted President Manuel Zelaya holed up in Brazil's embassy seeking reinstatement, urged the UN General Assembly
People come to a supermarket to buy food during a break in the curfew imposed by the Honduran goverment, in Tegucigalpa on September 23, 2009. Ousted President Manuel Zelaya holed up in Brazil's embassy seeking reinstatement, urged the UN General Assembly (Foto: Paulo Emílio)
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Marli Moreira, repórter da Agência Brasil - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou abril com alta de 0,49% em sete capitais. A variação é 0,11 ponto percentual maior que a registrada na terceira prévia do mês (0,38%).
Desde o começo do ano, o índice já subiu 3,57% e, no acumulado dos últimos 12 meses, a alta atinge 9,24%.

O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e se refere a preços pesquisados em São Paulo, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

Cinco dos oito grupos analisados apresentaram aumento no ritmo de correção e o que mais pressionou a inflação no de abril foi o grupo saúde e cuidados pessoais (de 1,46% para 2,41%). O motivo foi o reajuste de preço dos medicamentos, que ficaram em média 7,01% mais caros. Na última medição, foi constatado um salto de 3,5%.

Números

Ocorreram acréscimos ainda nos grupos vestuário (de 0,48% para 0,74%), transportes (de 0,26% para 0,32%), educação, leitura e recreação (de -0,13% para -0,09%) e despesas diversas (de 0,25% para 0,28%).

Já os demais grupos contribuíram para atenuar essas elevações. Em alimentação, a taxa passou de 0,81% para 0,69%; em habitação (de -0,28% para -0,29%) e em comunicação (de 0,15% para 0,14%) .

Os itens que mais pressionaram o índice foram vasodilatador para pressão arterial (6,79%); batata-inglesa (14,50%); tarifa de ônibus urbano (1,26%); plano e seguro de saúde (1,04%) e leite tipo longa vida (4,49%).

Já os produtos que ajudaram a aliviar o avanço inflacionário foram tarifa de eletricidade residencial (-3,75%); tomate (-19,62%); etanol (-3,64%); excursão e tour (-3,71%) e condomínio residencial ( -0,45%).

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