Insatisfeito, PT avalia deixar base de Amastha

Diretório do PT na Capital se reuniu na noite de sexta-feira, 16, para avaliar sua permanência na gestão Amastha; razão da insatisfação dos petistas com a gestão do prefeito da capital se dá em função das políticas sociais do seu governo e sua postura na resolução de conflitos com a sociedade, sobretudo em relação aos últimos acontecimentos que envolvem os educadores municipais; “A forma como a prefeitura tem lidado com os movimentos sociais, como está sendo o caso da greve dos professores, a questão do plano diretor, do aumento no restaurante comunitário. Essas são questões que afetam diretamente a sociedade e o partido não concorda como muitas situações têm sido resolvidas", afirmou o presidente metropolitano do PT, George Brito

Diretório do PT na Capital se reuniu na noite de sexta-feira, 16, para avaliar sua permanência na gestão Amastha; razão da insatisfação dos petistas com a gestão do prefeito da capital se dá em função das políticas sociais do seu governo e sua postura na resolução de conflitos com a sociedade, sobretudo em relação aos últimos acontecimentos que envolvem os educadores municipais; “A forma como a prefeitura tem lidado com os movimentos sociais, como está sendo o caso da greve dos professores, a questão do plano diretor, do aumento no restaurante comunitário. Essas são questões que afetam diretamente a sociedade e o partido não concorda como muitas situações têm sido resolvidas", afirmou o presidente metropolitano do PT, George Brito
Diretório do PT na Capital se reuniu na noite de sexta-feira, 16, para avaliar sua permanência na gestão Amastha; razão da insatisfação dos petistas com a gestão do prefeito da capital se dá em função das políticas sociais do seu governo e sua postura na resolução de conflitos com a sociedade, sobretudo em relação aos últimos acontecimentos que envolvem os educadores municipais; “A forma como a prefeitura tem lidado com os movimentos sociais, como está sendo o caso da greve dos professores, a questão do plano diretor, do aumento no restaurante comunitário. Essas são questões que afetam diretamente a sociedade e o partido não concorda como muitas situações têm sido resolvidas", afirmou o presidente metropolitano do PT, George Brito (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - A base de sustentação do prefeito Carlos Amastha (PSB) pode perder o apoio do PT. O diretório do partido na Capital se reuniu na noite de sexta-feira, 16, para avaliar sua permanência na gestão Amastha.

De acordo com o partido, a razão da insatisfação dos petistas com a gestão do prefeito da capital se dá em função das políticas sociais do seu governo e sua postura na resolução de conflitos com a sociedade, sobretudo em relação aos últimos acontecimentos que envolvem os educadores municipais.

“A forma como a prefeitura tem lidado com os movimentos sociais, como está sendo o caso da greve dos professores, a questão do plano diretor, do aumento no restaurante comunitário. Essas são questões que afetam diretamente a sociedade e o partido não concorda como muitas situações têm sido resolvidas", afirmou o presidente metropolitano do PT, George Brito.

Por isso, o PT de Palmas lançou e aprovou a resolução de abertura ampliada de avaliação com convocação do Diretório Municipal para decidir a permanência do partido na gestão do prefeito Carlos Amastha. Na ocasião, será discutida a permanência de Germana Pires Coreolano, indicação do partido no primeiro escalão de Amastha, na presidência da Fundação Muncipal de Meio Ambiente.

Estiveram presentes também nesta reunião, o Presidente Estadual Júlio César Brasil, o senador Donizeti Nogueira (PT-TO) e militantes da Capital. 

 

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