Insatisfeitos no PMDB se rebelam contra Waguinho

Presidente do Diretório Metropolitano, que vai assumir a Secretaria Municipal de Habitação, é criticado por garantir o próprio espaço na nova equipe do prefeito Paulo Garcia (PT) e deixar os companheiros a ver navios. O deputado estadual viajou e deixou os preteridos a conspirar para substituí-lo no comando do partido

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Goiás 247_ A insatisfação dentro do PMDB com o presidente metropolitano do partido, Wagner Siqueira, é geral. A bronca maior é dos vereadores que pleiteavam vagas no secretariado do prefeito Paulo Garcia (PT) e foram preteridos. Na visão dos colegas, Waguinho não lutou pelos companheiros, preocupou-se apenas consigo mesmo e após se garantir na Secretaria de Habitação arrumou as malas e partiu em viagem.

Era esperado pela bancada que Waguinho lutasse pela nomeação dos vereadores Denício Trindade, Paulo Borges e Célia Valadão na equipe de Paulo. Mas, os três ficaram de fora na primeira leva e a crise interna se agravou. Os peemedebistas da Capital já articulam um nome para suceder Wagner Siqueira na presidência do diretório – a eleição pode ocorrer no próximo mês.

“Iris (Rezende - PMDB) delegou as conversações ao presidente do Diretório Metropolitano e infelizmente ele esteve mais preocupado com sua viagem do que com o partido”, lamentou um vereador em entrevista ao jornal O Popular.

O vereador Paulo Borges confirmou ao jornal o descontentamento do grupo com as ações do presidente do partido. “Infelizmente existe um mal estar. Um presidente, quando assume essa função, deve agir de forma coletiva. Houve falta de diálogo com os vereadores, que é quem votam os projetos de interesse da cidade, da prefeitura”, disse.

Nomeado 

O PMDB reclamou do pequeno espaço no secretariado e nesta terça-feira o vereador Denício Trindade foi nomeado para chefia o Programa Urbano Ambiental Macambira Anicuns. O programa está paralisado sob alegação de que a empresa licitada quer aditivos no contrato. O Paço deve realizar uma nova licitação para que a obra seja retomada. O Macambira Anicuns se arrasta desde o ano de 2001, quando se iniciaram as negociações para o financiamento do Banco Mundial, ainda na gestão do petista Pedro Wilson.

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