Intermediários de Campos teriam recebido propina por obras em Suape

Ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, foi acusado por delatores da Odebrecht na Lava Jato de ter recebido propina pela construção do cais 5 e do Píer Petroleiro do Porto de Suape, em Pernambuco; além de Guedes, apontado como intermediário do ex-governador Eduardo Campos (PSB), os delatores também citaram o ex-secretário-executivo do Estado Iran Padilha, que seria intermediário do senador e então líder do PSB no Senado, Fernando Bezerra Coelho; propinas repassadas seriam da ordem de 1,5% para cada um dos citados em cima dos valores dos contrato

Ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, foi acusado por delatores da Odebrecht na Lava Jato de ter recebido propina pela construção do cais 5 e do Píer Petroleiro do Porto de Suape, em Pernambuco; além de Guedes, apontado como intermediário do ex-governador Eduardo Campos (PSB), os delatores também citaram o ex-secretário-executivo do Estado Iran Padilha, que seria intermediário do senador e então líder do PSB no Senado, Fernando Bezerra Coelho; propinas repassadas seriam da ordem de 1,5% para cada um dos citados em cima dos valores dos contrato
Ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, foi acusado por delatores da Odebrecht na Lava Jato de ter recebido propina pela construção do cais 5 e do Píer Petroleiro do Porto de Suape, em Pernambuco; além de Guedes, apontado como intermediário do ex-governador Eduardo Campos (PSB), os delatores também citaram o ex-secretário-executivo do Estado Iran Padilha, que seria intermediário do senador e então líder do PSB no Senado, Fernando Bezerra Coelho; propinas repassadas seriam da ordem de 1,5% para cada um dos citados em cima dos valores dos contrato (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, foi acusado por delatores da Odebrecht na Lava Jato de ter recebido propina pela construção do cais 5 e do Píer Petroleiro do Porto de Suape, em Pernambuco. Além de Guedes, apontado como intermediário do ex-governador Eduardo Campos (PSB), os delatores também citaram o ex-secretário-executivo do Estado Iran Padilha, que seria intermediário do senador e então líder do PSB no Senado, Fernando Bezerra Coelho. As propinas repassadas seriam da ordem de 1,5% para cada um dos citados em cima dos valores dos contratos.

Fernando Bezerra Coelho já responde a um inquérito onde é acusado de ter pedido R$ 20 milhões às empreiteiras Queiroz Galvão, OAS e Camargo Corrêa, que atuavam na construção da Refinaria Abreu e Lima, em Suape, entre 2010 e 2011. Na época, FBC era o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, além de acumular o cargo de presidente do Complexo Industrial e Portuário de Suape. Ele também é acusado de ter solicitado outros repasses que somam cerca de R$ 41,5 milhões e que teriam sido utilizados em campanhas eleitorais de Eduardo Campos e do PSB.

Segundo o delator Carlos Angeiras, "em nenhum momento Fernando Bezerra Coelho me falou de assunto de dinheiro. Agora Iran Padilha dizia que esse dinheiro era para apoiar o pessoal do grupo político dele". Sobre o dinheiro que teria sido repassado a Aldo Guedes, Angeiras disse achar "que era para o PSB e para apoiar a eleição do governador (Eduardo Campos, que disputaria a reeleição dois anos depois). Era o que ele dizia também", afirmou.

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