Internautas ironizam nas redes: e os atos contra Alckmin?

O músico Tico Santa Cruz postou no Facebook: "Entre na página de todos os seus amigos que estavam 'lutando contra a corrupção' e pergunte a eles: 'Não vai falar nada sobre o Alckmin ter escapado da Lava Jato?"; postagens similares, questionando onde serão os protestos contra o tucano, vêm ocorrendo depois que o STJ liberou o inquérito contra o ex-governador para a Justiça Eleitoral, em 24 horas que o tucano ficou sem foro privilegiado

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alckmin (Foto: Gisele Federicce)
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SP 247 - Diversos internautas têm questionado ironicamente nas redes sociais, desde esta quarta-feira 11, onde ocorrerão os protestos contra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB). A revolta e as piadas acontecem depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) liberou o inquérito contra o tucano para a Justiça Eleitoral, em 24 horas que Alckmin ficou sem foro privilegiado, quando renunciou ao cargo para se candidatar à presidência.

"Alguém pode me mandar a programação das manifestações pela prisão de Alckmin?", questionou o perfil Rosa de Nagasaki (@anacronices) no Twitter. O músico Tico Santa Cruz postou no Facebook: "Entre na página de todos os seus amigos que estavam 'lutando contra a corrupção' e pergunte a eles: 'Não vai falar nada sobre o Alckmin ter escapado da Lava Jato?".

"Quando o @MBLivre vai convocar manifestações pela prisão de Alckmin, Temer e Moreira Franco? Ah, esqueci! O MBL tem corruptos de estimação! #MBLéfraude", perguntou também pelo Twitter o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros.

"Estou ansioso pra participar junto aos PATOS PANELEIROS nas manifestações contra ALCKMIN e AÉBRIO, até agora não recebi o convite", perguntou outro internauta. "O MBL e VPR estão marcando manifestações pela condenação do Alckmin. Até o menino do PowerPoint já vai recomeçar seu jejum (#sqn)", postou outro.

Alckmin foi blindado numa ação conjunta entre a Procuradoria Geral da República (PGR) e o STJ. Depois que ele deixou o governo do Estado, a força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pediu que o STJ enviasse com "urgência" seu inquérito para que fosse investigado pelos procuradores da operação. A PGR solicitou ao STJ que o caso fosse para a Justiça Eleitoral, onde as punições são incomparavelmente menores. A ministra Nancy Andrighi, do STJ, aceitou o pedido.

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