Iriny, desgastada, sai. Eleonora assume Mulheres

Sada de Iriny Lopes da Secretaria de Polticas para as Mulheres j era esperada, pois ela pr-candidata prefeitura de Vitria (ES), mas Dilma no estava satisfeita com a conduo da Pasta; substituta, Eleonora Menucci sociloga e pr-reitora da Unifesp e conviveu com a presidente no crcere

Iriny, desgastada, sai. Eleonora assume Mulheres
Iriny, desgastada, sai. Eleonora assume Mulheres (Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO)

247 com Blog com Planalto- A professora e socióloga Eleonora Menicucci de Oliveira é a nova ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República informou que ela irá substituir a deputada Iriny Lopes, que deixa o cargo “depois de dar relevante contribuição ao Governo”. A presidenta Dilma Rousseff agradeceu a dedicação de Iriny Lopes e desejou sucesso a Eleonora em “suas novas funções à frente da Secretaria responsável por políticas que têm contribuído para melhorar a vida das brasileiras”.

A saída de Iriny Lopes era dada como certa, pois ela é pré-candidata à prefeitura de Vitória (ES). Segundo o Estado de S. Paulo, sua saída, no entanto, mostrou-se conveniente ao governo. Fontes no Planalto sinalizam a insatisfação da presidente em relação à pasta - que, na avaliação de Dilma, ainda não conseguiu "acertar o tom" em um governo que, desde o início, pretendeu ter na afirmação feminina na política uma de suas marcas.

Eleonora Menicucci de Oliveira é pró-reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mineira, de 66 anos, mãe de dois filhos e avó de três netos, ela é doutora em ciência política pela Universidade de São Paulo e fez pós-doutorado na Universidade de Milão na área de saúde e trabalho das mulheres.

Militante de esquerda na década de 60, Eleonora foi vice-presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais e da diretoria da UNE na gestão José Luiz Guedes. Presa em julho de 1971, foi torturada no DOI-CODI de São Paulo e conviveu com Dilma e outras companheiras de cárcere na famosa "Torre das Donzelas" do presídio Tiradentes, que reunia as prisioneiras políticas do regime militar.

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