Isolado, Alckmin mira partidos medianos

Com dificuldades de fazer acordo com Michel Temer e o DEM, o governador de São Paulo e presidenciável pelo PSDB, Geraldo Alckmin, mira partidos considerados médios para a formação de alianças, como PTB, PR, PV e Solidariedade; o tucano também tenta estreitar laços com PPS e PSB; mesmo reconhecendo o poder das redes sociais, o chefe do executivo paulista busca aumentar seu tempo de rádio e TV; o PR e o PSB, por exemplo, podem somar 45 segundo campanha tucana no rádio e na TV; pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos havia apontando desgaste na imagem de Alckmin   

Com dificuldades de fazer acordo com Michel Temer e o DEM, o governador de São Paulo e presidenciável pelo PSDB, Geraldo Alckmin, mira partidos considerados médios para a formação de alianças, como PTB, PR, PV e Solidariedade; o tucano também tenta estreitar laços com PPS e PSB; mesmo reconhecendo o poder das redes sociais, o chefe do executivo paulista busca aumentar seu tempo de rádio e TV; o PR e o PSB, por exemplo, podem somar 45 segundo campanha tucana no rádio e na TV; pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos havia apontando desgaste na imagem de Alckmin 
 
Com dificuldades de fazer acordo com Michel Temer e o DEM, o governador de São Paulo e presidenciável pelo PSDB, Geraldo Alckmin, mira partidos considerados médios para a formação de alianças, como PTB, PR, PV e Solidariedade; o tucano também tenta estreitar laços com PPS e PSB; mesmo reconhecendo o poder das redes sociais, o chefe do executivo paulista busca aumentar seu tempo de rádio e TV; o PR e o PSB, por exemplo, podem somar 45 segundo campanha tucana no rádio e na TV; pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos havia apontando desgaste na imagem de Alckmin    (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - Com dificuldades de fazer acordo com Michel Temer e o DEM, o governador de São Paulo e presidenciável pelo PSDB, Geraldo Alckmin, mira partidos considerados médios para a formação de alianças, como PTB, PR, PV e Solidariedade. O tucano também tenta estreitas laços com PPS e PSB. 

Mesmo reconhecendo o poder das redes sociais, o chefe do executivo paulista ainda aposta no bom tempo de rádio e TV. O PR e o PSB, por exemplo, podem somar 45 segundo campanha tucana no rádio e na TV.

Alckmin defendeu uma "reforma no estado", após participar do leilão de concessão do Trecho Norte do Rodoanel, nesta quarta-feira (10). De acordo com o tucano, o governo "não pode ser o provedor de tudo nem executivo de tudo" e deve buscar iniciativa privada para ver as obras saírem do papel com mais agilidade.

"É necessária para o País uma reforma de Estado. O País vive uma grande crise fiscal, mais do que is bomba fiscal, o governo não tem recursos para investir e somos um País continental, onde falta tudo infraestrutura e logística. Essa é uma das razões para o ‘custo Brasil’ ser tão elevado", disse.

Com a pré-candidatura de Alckmin, a tendência é que ele passa a criticar mais o governo de Michel Temer. O tucano atribuiu o atraso na conclusão do Trecho Norte do Rodoanel à falta de recursos federais. A entrega da primeira fase (sem a ligação com o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos) ficou para julho, mas o esperado era para abril.

"Estamos tocando a obra praticamente sozinhos. Do total, um terço (do custo) deveria ter vindo do governo federal, mas os recursos não vieram. No ano passado investimos R$ 1,5 bilhão na obra e só R$ 154 milhões, o vieram do governo federal. É a primeira vez que isso acontece".

Na pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, divulgada no mês passado, o presidenciável pelo PSDB apareceu com 19% de aprovação e 72% de desaprovação. No levantamento do mês anterior, as taxas eram de 24% e 67%, respectivamente. Alckmin teve uma leve deterioração na imagem no momento em que se preparava para assumir a presidência do PSDB.

 

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