Jackson: termelétrica prova que superamos a crise

Em Sergipe, as obras da maior termelétrica da América Latina começam a tomar forma; governador Jackson Barreto visitou o espaço no qual está sendo implantada a Usina Termelétrica Porto de Sergipe (UTE), primeiro projeto, entre os demais previstos para o Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda; o investimento, nesta fase, é de R$ 5 bilhões; "A crise vai passar com fé em Deus, o estado de Sergipe vai continuar e aqui, com essa termelétrica, a gente planta as bases de um novo Sergipe de desenvolvimento. Vamos ter além do viés do petróleo, a termelétrica, o gás natural e a energia hidrelétrica", afirmou Jackson

Em Sergipe, as obras da maior termelétrica da América Latina começam a tomar forma; governador Jackson Barreto visitou o espaço no qual está sendo implantada a Usina Termelétrica Porto de Sergipe (UTE), primeiro projeto, entre os demais previstos para o Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda; o investimento, nesta fase, é de R$ 5 bilhões; "A crise vai passar com fé em Deus, o estado de Sergipe vai continuar e aqui, com essa termelétrica, a gente planta as bases de um novo Sergipe de desenvolvimento. Vamos ter além do viés do petróleo, a termelétrica, o gás natural e a energia hidrelétrica", afirmou Jackson
Em Sergipe, as obras da maior termelétrica da América Latina começam a tomar forma; governador Jackson Barreto visitou o espaço no qual está sendo implantada a Usina Termelétrica Porto de Sergipe (UTE), primeiro projeto, entre os demais previstos para o Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda; o investimento, nesta fase, é de R$ 5 bilhões; "A crise vai passar com fé em Deus, o estado de Sergipe vai continuar e aqui, com essa termelétrica, a gente planta as bases de um novo Sergipe de desenvolvimento. Vamos ter além do viés do petróleo, a termelétrica, o gás natural e a energia hidrelétrica", afirmou Jackson (Foto: José Barbacena)

Sergipe 247 - Em Sergipe, as obras da maior termelétrica da América Latina começam a tomar forma. Na manhã de quarta-feira, 07, o governador Jackson Barreto visitou o espaço no qual está sendo implantada a Usina Termelétrica Porto de Sergipe (UTE), primeiro projeto, entre os demais previstos para o Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda. O investimento, nesta fase, é de R$ 5 bilhões.

Localizado na rodovia SE-100, no município da Barra dos Coqueiros, o empreendimento já emprega mais de 180 trabalhadores no seu canteiro de obras, desses, 85% são sergipanos. A fase atual da obra é de terraplenagem e estaqueamento das fundações.

“Na próxima etapa da obra, nos trabalhos de fundação, ainda neste ano, já podemos chegar a 500 operários empregados aqui. Com a chegada das turbinas, no início de 2018, a estimativa será de 2 mil empregos diretos gerados ao longo do ano. Evidente que isso atende as necessidades de uma parte de Aracaju, de Santo Amaro das Brotas, da Barra dos Coqueiros, Pirambu, toda essa região será beneficiada. A termelétrica é o melhor exemplo de superação da crise com trabalho. É o maior investimento feito pela iniciativa privada no estado. Se analisarmos a crise que o país está atravessando e o desfio que a Celse faz neste momento, é pra gente respeitar, tirar o chapéu. A crise vai passar com fé em Deus, o estado de Sergipe vai continuar e aqui, com essa termelétrica, a gente planta as bases de um novo Sergipe de desenvolvimento. Vamos ter além do viés do petróleo, a termelétrica, o gás natural e a energia hidrelétrica", afirmou Jackson Barreto.

De acordo com o presidente das Centrais Elétricas do Sergipe (Celse), Eduardo Maranhão, essa primeira fase do Complexo será composta pela Usina Termelétrica, Linha de Transmissão e Instalações Marítimas (um navio está sendo construído na Coreia do Sul para ser usado instalações offshore, uma Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação de gás natural, com sistema de ancoragem e gasoduto a ser implantado).

“O que está sendo feito aqui é a preparação da área do terreno para recebimento de três grandes equipamentos, toda ilha de potência, onde serão instaladas as turbinas a gás e a vapor, a subestação, assim como a torre de resfriamento que será instalada, isso vai compreender a Usina Termelétrica. O complexo envolve a usina, o terminal de regaseificação e também a linha de transmissão, que vai conectar a usina até a subestação Jardins, em Nossa Senhora do Socorro. Nas próximas semanas, deveremos iniciar os trabalhos da fundação, assim que recebemos a licença para isto. A partir daí mais mão-de-obra será contratada. Toda contratação de mão-de-obra é feita diretamente pela GE e subcontratados da GE. O que nós, como contratantes e, como donos do empreendimento, temos o objetivo de sempre priorizar a contratação de mão-de-obra local. Existe um compromisso entre a GE e a Celse de priorizar, sempre que possível, os trabalhadores locais”, explicou Maranhão.

A Usina está prevista para entrar em plena operação em janeiro de 2020, e terá a capacidade de gerar 1,5 mil megawatts de energia elétrica. Para dimensionar o empreendimento deve-se assinalar que a UTE Porto de Sergipe poderá sozinha atender a 15% da demanda de toda a região Nordeste. Quando consolidado, é um projeto que equivale a usina de Xingó.

O presidente da Celse destacou ainda que o empreendimento de Sergipe terá o maior eficiente de geração de energia do mundo e já é usado como modelo internacionalmente.

“É bom lembrar que com a termelétrica e todos os elementos que a compõem, como nos foi mostrado, significa inserir Sergipe a nível internacional na discussão de termelétricas e geração de energia. Nós vamos ter o que existe de mais moderno e trazer toda uma cadeia produtiva, porque o empreendimento tem também essa missão, de gerar mais empregos ainda, a partir da atração de outros investimentos. Se a gente levar em consideração que aqui será produzida energia do gás pra atender a demanda de dois estados de Sergipe, ou seja, é gerar energia para 15% da necessidade do Nordeste. Significa preparar Sergipe para o futuro, ter a competência de realizar o sonho dos sergipanos, de estabelecer as bases para o desenvolvimento do estado. Isso mostra que o governo buscou alternativas para um futuro de desenvolvimento, de fortalecimento da nossa economia, de geração de emprego, de renda”, enfatizou Jackson Barreto.

A previsão é que as obras se estendam por 36 meses, gerando cerca de 2.000 empregos diretos e até 5 mil indiretos, a partir da movimentação da economia local. “As perspectivas são muito boas para a população da Barra dos Coqueiros e de toda a região. Estamos muito felizes com esse investimento. A geração de empregos é o mais importante, porque proporcionará mais dignidade às famílias. E com mais empregos o comércio também cresce, assim como toda a região. Essa é uma notícia muito boa, principalmente em um país que enfrenta uma grande crise”, avaliou o prefeito da Barra dos Coqueiros, Airton Martins.

O secretário de Estado da Infraestrutura, Valmor Barbosa, destacou a grandiosidade da obra. “É uma obra importantíssima, são 50 hectares só de área, um volume de terraplanagem muito grande, que está dentro do seu novo cronograma. A partir do fim de janeiro para fevereiro as turbinas já estarão chegando, as mais de duas mil estacas já estão sendo cravadas para dar suporte e estabilidade às turbinas. O que vemos aqui é um canteiro de obras gigantesco, com muitos equipamentos, uma obra muito bem feita”.

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