JB e Amorim têm, até agora, tempo parecido para TV

Com quase uma dezena de partidos ainda definido quanto ao caminho que seguirão nas eleições deste ano, o tempo de TV para os dois pré-candidatos a governador definidos até o momento é semelhante; Jackson Barreto (PMDB) possui as maiores agremiações ao seu lado e já detém 10 minutos do tempo de rádio e TV na propaganda eleitoral; Eduardo Amorim (PSC) envolvido em mais de uma dezena de partidos pequenos tem, até o momento, nove minutos; quem ficará com o tempo dos indecisos PSB, PSDB, DEM, PV, PPS?

Com quase uma dezena de partidos ainda definido quanto ao caminho que seguirão nas eleições deste ano, o tempo de TV para os dois pré-candidatos a governador definidos até o momento é semelhante; Jackson Barreto (PMDB) possui as maiores agremiações ao seu lado e já detém 10 minutos do tempo de rádio e TV na propaganda eleitoral; Eduardo Amorim (PSC) envolvido em mais de uma dezena de partidos pequenos tem, até o momento, nove minutos; quem ficará com o tempo dos indecisos PSB, PSDB, DEM, PV, PPS?
Com quase uma dezena de partidos ainda definido quanto ao caminho que seguirão nas eleições deste ano, o tempo de TV para os dois pré-candidatos a governador definidos até o momento é semelhante; Jackson Barreto (PMDB) possui as maiores agremiações ao seu lado e já detém 10 minutos do tempo de rádio e TV na propaganda eleitoral; Eduardo Amorim (PSC) envolvido em mais de uma dezena de partidos pequenos tem, até o momento, nove minutos; quem ficará com o tempo dos indecisos PSB, PSDB, DEM, PV, PPS? (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - A menos de um mês do prazo máximo para realização das convenções partidárias que oficializarão as coligações para as eleições deste ano, há em Sergipe um número relevante de partidos que ainda não se decidiram quanto ao rumo no pleito. Isso repercute diretamente no tempo que cada candidato terá na propaganda eleitoral no rádio e na TV, que é o espaço mais importante da campanha.

É o que ocorre com os indefinidos PSB, do senador Valadares, PSDB, do vice-prefeito José Carlos Machado, DEM, do prefeito João Alves Filho, PDT, do prefeito Fábio Henrique, PPS, de Nilson Lima, e PV, de Reynaldo Nunes. Juntos, estes partidos possuem seis minutos do horário eleitoral. Não é sem motivo que todos eles têm sido muito assediados pelos pré-candidatos já declarados – o governador Jackson Barreto (PMDB) e o senador Eduardo Amorim (PSC).

Mesmo sem a oficialização, Jackson detém o apoio dos maiores partidos – PMDB, PT, PSD –, além do PRB, do PCdoB e, provavelmente, do Pros. Juntas, estas legendas darão ao governador cerca de dez minutos na propaganda eleitoral. Já Eduardo Amorim, rodeado pelo PSC, PR, SDD, PP, PTB e outros nove partidos nanicos, tem quase nove minutos do horário político.

Enquanto isso, o senador Valadares, que tenta se firmar como uma terceira via para a disputa, busca o PSDB, o DEM e o PV, além do aliado natural, o PPS (por causa da aliança em âmbito federal), para ter, no mínimo, cinco minutos na propaganda partidária, tempo considerado mínimo ideal para uma campanha. Os partidos de extrema esquerda PSOL, PSTU e PCB devem se unir e assim terão um minuto da propaganda.

Entre os partidos que ainda não se definiram, o de maior tempo é o PSDB, com 1 minuto e 51 segundos. Em seguida aparece o PSB, com 1 minuto e 8 segundos. O DEM tem 56 segundos, o PDT tem 42 segundos, o PV tem 37 segundos e o PPS tem 27 segundos. É o caminho que cada uma dessas legendas irá tomar, caso não se una na formação de uma terceira candidatura, que definirá, entre Jackson e Amorim, o de maior tempo no palanque midiático.

Nacionalmente, a presidente Dilma Rousseff (PT), que disputará a reeleição, caminha para ter ao seu redor a maior aliança política já vista no país, o que lhe dará o dobro do tempo (12 minutos) dos presidenciáveis da oposição – o tucano Aécio Neves (4 minutos) e Eduardo Campos (2 minutos) – juntos.

O tempo de cada partido poderá mudar se o Tribunal Superior Eleitoral acatar a pequena reforma eleitoral aprovada no ano passado. Se isso ocorrer, os partidos nanicos serão os maiores prejudicados, porque terão seus tempos mínimos reduzidos. Nesse cenário, Amorim seria o principal prejudicado em Sergipe, uma vez que ele possui mais de uma dezena de pequenas agremiações no seu entorno – algumas delas sem nenhum representante no Congresso.

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