João da Costa afirma ser o melhor candidato

Prefeito do Recife defende a ideia de que ele a melhor opo da Frente Popular para as eleies do Recife, uma vez que j est no comando da gesto saberia como ningum como defender os projetos futuros para a cidade

João da Costa afirma ser o melhor candidato
João da Costa afirma ser o melhor candidato (Foto: Fernando Silva/PCR)

Beatriz Braga _PE247 - Rumo às eleições de 2012, o PT caminha em maus lençóis diante dos conflitos internos na sigla e da indefinição do partido para a disputa do executivo do Recife neste ano. Apesar dos conflitos pessoais “aberto ao público” entre os Joões, o atual prefeito João da Costa afirmou, em entrevista ao blog da Folha de Pernambuco, que quer estar próximo de todos, não só do ex-prefeito João Paulo, desavença pessoal do gestor, como também do senador petista Humberto Costa, “atualmente” aliado do atual deputado federal.

“Quero esse ano todo mundo junto. Não quero ninguém separado. Quero todo mundo juntinho para poder tocar esse projeto para frente. Essa é uma condição fundamental para que isso aconteça. Vou trabalhar para isso. Não tem nenhum problema de Humberto estar junto de João Paulo. Eu quero estar junto dos dois”, afirmou.

Apesar da resistência de outros partidos da Frente Popular em aceitar o nome de João da Costa para representar a unidade da base aliada, o prefeito insiste em se reafirmar como a melhor opção para as eleições de 2012. “Estou convencido, por eu estar à frente de todas as coisas que estão acontecendo, que o melhor candidato para defender esse legado e falar sobre o futuro da nossa cidade e dos nossos projetos sou eu. Isso não é nenhuma empáfia ou auto-suficiência. É um reconhecimento porque já estou aqui (na PCR) há 12 anos. Fui secretário e agora sou prefeito”, afirmou também durante a entrevista.

Quanto à demora do seu partido em definir a sua posição no processo eleitoral, o prefeito tentou se mostrar muito tranquilo e não demonstrou se importar com as alfinetadas dos oposicionistas e da própria base aliada sobre a falta de agilidade. “Quanto mais você antecipa o processo eleitoral, mas prejuízo tem a instituição que está sendo governada e contamina demais o processo. Tem tempo político para isso e no tempo correto a gente vai definir. Na política, nada é natural. Tudo é um processo em construção”, justificou.

 

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