Jovair rejeita título de golpista: "saio como herói"

Relator do processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado federal goiano Jovair Arantes afirmou que não se sente "golpista" e que deixa o caso como "herói"; "Saio como herói. A minha parte eu fiz e fiz como herói. Agora, essa história de golpista, isso parece um refrão ou um jargão popular, parece até torcida de futebol. Aqui estamos tratando de alto nível. O povo brasileiro não merece esse jargão, não merece o desrespeito de chamá-lo de golpista e eu estou aqui representando o povo brasileiro. Golpe é quem quer se perpetuar no poder como se isso fosse uma República deles"

Relator do processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado federal goiano Jovair Arantes afirmou que não se sente "golpista" e que deixa o caso como "herói"; "Saio como herói. A minha parte eu fiz e fiz como herói. Agora, essa história de golpista, isso parece um refrão ou um jargão popular, parece até torcida de futebol. Aqui estamos tratando de alto nível. O povo brasileiro não merece esse jargão, não merece o desrespeito de chamá-lo de golpista e eu estou aqui representando o povo brasileiro. Golpe é quem quer se perpetuar no poder como se isso fosse uma República deles"
Relator do processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado federal goiano Jovair Arantes afirmou que não se sente "golpista" e que deixa o caso como "herói"; "Saio como herói. A minha parte eu fiz e fiz como herói. Agora, essa história de golpista, isso parece um refrão ou um jargão popular, parece até torcida de futebol. Aqui estamos tratando de alto nível. O povo brasileiro não merece esse jargão, não merece o desrespeito de chamá-lo de golpista e eu estou aqui representando o povo brasileiro. Golpe é quem quer se perpetuar no poder como se isso fosse uma República deles" (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - Relator do processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal goiano Jovair Arantes (PTB) afirmou que não se sente "golpista" e que deixa o caso como "herói". Na noite de segunda-feira, a Comissão do Impeachment aprovou o relatório de Jovair, dando encaminhamento para o texto ser votado no plenário por todos os deputados.

"Saio como herói. A minha parte eu fiz e fiz como herói. Agora, essa história de golpista, isso parece um refrão ou um jargão popular, parece até torcida de futebol. Aqui estamos tratando de alto nível. O povo brasileiro não merece esse jargão, não merece o desrespeito de chamá-lo de golpista e eu estou aqui representando o povo brasileiro. Golpe é quem quer se perpetuar no poder como se isso fosse uma República deles", disse.

Para Jovair, o número de votos atingidos pela oposição se deu "muito em função da qualidade do nosso relatório que foi consistente do ponto de vista político e jurídico". Mesmo com a aprovação, o deputado afirmou que ainda falta trabalhar para garantir a votação do processo no plenário da Câmara, o que deve acontecer no próximo dia 17.

"É um sentimento de alívio, principalmente por toda a importante e muito folgada vitória que tivemos aqui. Com cada um que fazíamos as contas era sempre arrochada e chegamos a 38 votos. Agora, dever cumprido e segue o trabalho que vamos ter no plenário para ganhar lá também".

Em conversa com jornalistas, o deputado disse que esta segunda foi o dia "mais feliz" de sua vida parlamentar mas que, diante das várias horas de discussão se sente como "se estivesse passado por uma máquina de moer carne".

"Eu estava sendo demandado pelo Brasil inteiro. Por essa razão a gente teve que tarimbar esse relatório. Crianças querendo que a gente desse um sentido na vida delas, isso mexe com a gente profundamente".

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