Jovem que apanhou da PM tem de interromper faculdade de jornalismo

Kaique Dalapola cresceu no Grajaú, periferia da zona sul de São Paulo, e só estudou em escola pública; neste mês, o estudante de jornalismo levou cinco pontos depois de tomar uma cacetada da polícia enquanto cobria protesto de alunos contra a reforma escolar de Alckmin; no dia seguinte, foi demitido e soube que o curso de sua faculdade seria fechado

Kaique Dalapola cresceu no Grajaú, periferia da zona sul de São Paulo, e só estudou em escola pública; neste mês, o estudante de jornalismo levou cinco pontos depois de tomar uma cacetada da polícia enquanto cobria protesto de alunos contra a reforma escolar de Alckmin; no dia seguinte, foi demitido e soube que o curso de sua faculdade seria fechado
Kaique Dalapola cresceu no Grajaú, periferia da zona sul de São Paulo, e só estudou em escola pública; neste mês, o estudante de jornalismo levou cinco pontos depois de tomar uma cacetada da polícia enquanto cobria protesto de alunos contra a reforma escolar de Alckmin; no dia seguinte, foi demitido e soube que o curso de sua faculdade seria fechado (Foto: Gisele Federicce)
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SP 247 – O jovem estudante de jornalismo que ficou conhecido neste mês por ter tomado uma cacetada de um policial militar enquanto cobria manifestações de alunos secundaristas contra o fechamento de escolas pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), Kaique Dalapola, conta em artigo na Folha, nesta quinta-feira 31, que no dia seguinte foi demitido de seu estádio e ainda precisou deixar a faculdade.

"Saí do Hospital das Clínicas na madrugada de quarta (16/12). No dia seguinte, na quinta, levei mais duas 'cacetadas': o fim do meu estágio e o fechamento do meu curso", relata. Kaique estudava na FAPSP (Faculdade do Povo), que era mantida pela Igreja Internacional da Graça de Deus e precisou fechar as portas.

Leia aqui a íntegra. Kaique é autor do blog falakaique.com.

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