Jovens protestam em frente a escritório de Ronaldo

Manifestação criticou a postura "autoritária e antipopular" do dirigente do Comitê Organizador da Copa no Brasil, que afirmou recentemente sentir "vergonha do país" com relação aos atrasos na construção de estádios para o Mundial de futebol; sobre os manifestos nas ruas, ex-jogador Ronaldo disse que a polícia tem de "descer o cacete" nos black blocs

Manifestação criticou a postura "autoritária e antipopular" do dirigente do Comitê Organizador da Copa no Brasil, que afirmou recentemente sentir "vergonha do país" com relação aos atrasos na construção de estádios para o Mundial de futebol; sobre os manifestos nas ruas, ex-jogador Ronaldo disse que a polícia tem de "descer o cacete" nos black blocs
Manifestação criticou a postura "autoritária e antipopular" do dirigente do Comitê Organizador da Copa no Brasil, que afirmou recentemente sentir "vergonha do país" com relação aos atrasos na construção de estádios para o Mundial de futebol; sobre os manifestos nas ruas, ex-jogador Ronaldo disse que a polícia tem de "descer o cacete" nos black blocs (Foto: Roberta Namour)

por Redação Rede Brasil Atual
São Paulo – Cerca de 50 jovens realizaram ontem (5) um escracho em frente ao escritório do ex-jogador Ronaldo Nazário, o Fenômeno, na zona oeste de São Paulo. A manifestação critica a postura "autoritária e antipopular" do dirigente do Comitê Organizador da Copa no Brasil, que afirmou recentemente sentir "vergonha do país" com relação aos atrasos na construção de estádios para o Mundial de futebol. Sobre os manifestos nas ruas, Ronaldo disse que a polícia tem de "descer o cacete" nos black blocs.

Com palavras de ordem "ô Ronaldo, preste atenção, povo não quer estádio, quer saúde e educação", os manifestantes do coletivo "Juntos!" fizeram intervenções com tinta no asfalto e na calçada contra o ex-jogador e o evento da Fifa. O escracho também criticou a declaração do ex-atleta, que afirmou que a Copa não se fazia com hospitais. Para os jovens, a resposta busca criminalizar e ridicularizar a atuação de movimentos sociais que pedem investimentos do governo federal em serviços públicos e obras de infraestrutura.

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