Jr. Friboi ameaça: Dilma pode ficar sem PMDB goiano

Empresário aumenta tom agressivo de suas declarações e coloca em risco apoio do PMDB goiano ao projeto presidencial do PT caso o partido de Dilma lance Antônio Gomide como candidato ao governo de Goiás; "Para toda ação tem a reação, é uma coisa que eles têm de decidir. Quem tudo quer nada tem. Quer a presidência da República, quer as maiores prefeituras do Estado e quer o governo do Estado? Pode-se ter uma reação muito forte em cima disso", disse Júnior Friboi em entrevista ao Jornal Opção

Empresário aumenta tom agressivo de suas declarações e coloca em risco apoio do PMDB goiano ao projeto presidencial do PT caso o partido de Dilma lance Antônio Gomide como candidato ao governo de Goiás; "Para toda ação tem a reação, é uma coisa que eles têm de decidir. Quem tudo quer nada tem. Quer a presidência da República, quer as maiores prefeituras do Estado e quer o governo do Estado? Pode-se ter uma reação muito forte em cima disso", disse Júnior Friboi em entrevista ao Jornal Opção
Empresário aumenta tom agressivo de suas declarações e coloca em risco apoio do PMDB goiano ao projeto presidencial do PT caso o partido de Dilma lance Antônio Gomide como candidato ao governo de Goiás; "Para toda ação tem a reação, é uma coisa que eles têm de decidir. Quem tudo quer nada tem. Quer a presidência da República, quer as maiores prefeituras do Estado e quer o governo do Estado? Pode-se ter uma reação muito forte em cima disso", disse Júnior Friboi em entrevista ao Jornal Opção (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - O empresário Júnior Friboi (PMDB) está convicto de sua decisão em ser candidato e como consequência tem dado declarações fortes para demarcar território. A mais recente envolve até mesmo a presidente Dilma Rousseff. Friboi concedeu entrevista ao Jornal Opção, edição desta semana, e disse que se o PT lançar mesmo Antônio Gomide para o governo do Estado, Dilma pode ficar sem o apoio do PMDB em Goiás.

Para toda ação existe uma reação, avisa um ameaçador Júnior Friboi. "Eu defendo que as oposições unidas seria algo melhor. Mas corre o risco muito sério de o PT perder o apoio para a presidente Dilma em Goiás. Isso não tem me agradado em nada. Eu já estou ouvindo essa conversa e tentando acalmar os ânimos, isso é a política: para toda ação tem a reação, é uma coisa que eles têm de decidir. Quem tudo quer nada tem. Quer a presidência da República, quer as maiores prefeituras do Estado e quer o governo do Estado? Pode-se ter uma reação muito forte em cima disso", afirmou o empresário ao Opção.

As declarações agressivas do pré-candidato peemedebista têm sido recebidas com receio até mesmo dentro de seu próprio partido. Lideranças do PMDB acham que o momento não é oportuno para um ataque tão frontal ao aliado PT.

Com tanta divergência na aliança é bem provável que os dois diretórios nacionais tenham que intervir em Goiás. Se no âmbito nacional está tudo acertado e Valdir Raupp já garantiu que a aliança está firme 2014, em Goiás o cenário prevê crise.

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