Juca Ferreira: ‘políticas culturais serão retomadas com a volta da democracia’

Depois de assumir a Fundação Municipal de Cultura, em posse na sede da Prefeitura de Belo Horizonte, Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura nos governos Lula e Dilma, afirmou que uma "das características das dificuldades que nós estamos vivendo no Brasil é que as políticas culturais e as estruturas institucionais estão sendo abandonadas. O abandono disso tem um custo altíssimo que, certamente, depois será retomado pela tomada da democracia. Belo Horizonte tem muita capilaridade no estado inteiro"

Depois de assumir a Fundação Municipal de Cultura, em posse na sede da Prefeitura de Belo Horizonte, Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura nos governos Lula e Dilma, afirmou que uma "das características das dificuldades que nós estamos vivendo no Brasil é que as políticas culturais e as estruturas institucionais estão sendo abandonadas. O abandono disso tem um custo altíssimo que, certamente, depois será retomado pela tomada da democracia. Belo Horizonte tem muita capilaridade no estado inteiro"
Depois de assumir a Fundação Municipal de Cultura, em posse na sede da Prefeitura de Belo Horizonte, Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura nos governos Lula e Dilma, afirmou que uma "das características das dificuldades que nós estamos vivendo no Brasil é que as políticas culturais e as estruturas institucionais estão sendo abandonadas. O abandono disso tem um custo altíssimo que, certamente, depois será retomado pela tomada da democracia. Belo Horizonte tem muita capilaridade no estado inteiro" (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Depois de assumir a Fundação Municipal de Cultura, em posse na sede da Prefeitura de Belo Horizonte, o ex-ministro Jucá Ferreira afirmou disse que uma das suas bandeiras será a retomada do fortalecimento cultural, democratizando o acesso ao setor em Belo Horizonte e região. 

"Uma das características das dificuldades que nós estamos vivendo no Brasil é que as políticas culturais e as estruturas institucionais estão sendo abandonadas. O abandono disso tem um custo altíssimo que, certamente, depois será retomado pela tomada da democracia. Belo Horizonte tem muita capilaridade no estado inteiro", disse Jucá.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, ressaltou a importância de o Estado e o município atuarem de forma integrada para desenvolvimento de políticas culturais, com foco na inclusão social. "A secretaria de Estado de Cultura estará muito afinada com a Fundação Municipal de Cultura para atender às realidades municipais com as propostas para as políticas do setor, que ocorrem não só em Belo Horizonte, mas também nos 835 municípios mineiros".

Segundo Angelo Oswaldo, o novo presidente da Fundação Municipal de Cultura "é o inventor da política social de cultura, e ele tem plena sintonia com as questões sociais e com as demandas da comunidade. É nessa linha que nós vamos somar esforços, com a presença do Governo de Minas Gerais. Na capital deve haver também um grande entrosamento, diálogo e cooperação".

De acordo com o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kallil, a experiência do ex-ministro será fundamental para a reestruturação da Secretaria Municipal de Cultura. "O senhor terá autonomia total para colocar em prática o que inventou. Para quem não sabe, Juca Ferreira é o inventor da cultura com inclusão social", destacou o prefeito.

Participaram também do evento os secretários de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, e de Governo, Odair Cunha, vereadores e representantes do setor cultural.

Carreira

Entre julho de 2008 e dezembro de 2010, Juca Ferreira foi ministro da Cultura ao assumir o lugar de Gilberto Gil, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O sociólogo voltou a ocupar a Cultura no segundo governo Dilma, em 2015.

Nascido na Bahia em 1949, Ferreira presidiu a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) em 1968. Filiou-se ao PV em 1988. Em 2008, ainda pelo PV, ele era secretário-executivo na gestão de Gilberto Gil e assumiria a pasta no mesmo ano.

Em 2010, no mesmo partido, coordenou a área cultural do programa de governo da então candidata à presidência da República Dilma Rousseff (PT) e pediu suspensão da sua filiação ao PV, por discordar da candidatura de Marina Silva ao Palácio do Planalto. Dois anos depois, filiou-se ao PT.

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