Juiz concede liberdade a cabo da PM acusado de fraude em morte de menina

O cabo Francisco Venício Alves, um dos dois policiais militares que estavam na ocorrência que culminou na morte da menina Emilly Caetano, de 9 anos, teve sua soltura autorizada pela Justiça; detido no Presídio Militar em Teresina, o PM recebeu o relaxamento de prisão após ter sido indiciado pelo crime de fraude processual em vez de lesão corporal grave;

O cabo Francisco Venício Alves, um dos dois policiais militares que estavam na ocorrência que culminou na morte da menina Emilly Caetano, de 9 anos, teve sua soltura autorizada pela Justiça; detido no Presídio Militar em Teresina, o PM recebeu o relaxamento de prisão após ter sido indiciado pelo crime de fraude processual em vez de lesão corporal grave;
O cabo Francisco Venício Alves, um dos dois policiais militares que estavam na ocorrência que culminou na morte da menina Emilly Caetano, de 9 anos, teve sua soltura autorizada pela Justiça; detido no Presídio Militar em Teresina, o PM recebeu o relaxamento de prisão após ter sido indiciado pelo crime de fraude processual em vez de lesão corporal grave; (Foto: Charles Nisz)

Piauí 247 - O cabo Francisco Venício Alves, um dos dois policiais militares que estavam na ocorrência que culminou na morte da menina Emilly Caetano, de 9 anos, teve sua soltura autorizada pela Justiça. Detido no Presídio Militar em Teresina, o PM recebeu o relaxamento de prisão após ter sido indiciado pelo crime de fraude processual.

A decisão do juiz Antônio Reis Nollêto explica que o cabo foi preso em flagrante pelo crime de lesão corporal grave e teve sua prisão preventiva decretada no dia 27 de dezembro. Entretanto, após a conclusão do inquérito policial o cabo Venício foi denunciado pela conduta de fraude processual, que não impõe a prisão preventiva. O Ministério Público deu parecer favorável à soltura do policial militar.

O cabo é suspeito de ter guardado estojos de balas disparadas na ocorrência em que a menina Emilly, de 9 anos, foi morta com dois tiros na noite de 25 de dezembro de 2017. O soldado Aldo Luis Dornel, suspeito de ter efetuado os disparos, está preso na Casa de Detenção Provisória, na cidade de Altos.

A menina Emilly Caeteano da Costa foi atingida por dois tiros, foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), mas não resistiu e veio a óbito. A mãe de Emilly, Daiane Caetano, foi atingida com um tiro no braço. O pai de Emilly, o músico Evandro Costa, perdeu a audição e ficou com uma bala alojada.

Os policiais alegaram que o pai da menina, que dirigia o carro que foi alvejado, desobedeceu a ordem de parar. A investigação apurou que apenas o soldado atirou contra o carro da família. Ele não passou no exame psicológico e estava na Polícia Militar mesmo sem uma liminar que o amparasse, segundo a Associação dos Magistrados Piauienses (AMAPI). 

 

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