Juiz gaúcho estabelece perímetro de quase 500 mil m² em torno do TRF-4

Desde 29 de dezembro até três dias depois de 24 de janeiro, quando Lula será julgado, uma área gigantesca em torno do prédio do Tribunal Regional Federal 4, em Porto Alegre está interditada por ordem do juiz juiz Osorio Avila Neto, da Justiça Federal do Rio Grande do Sul; proibição não vale apenas para militantes do MST, como queria o Ministério Público, mas para toda e qualquer organização social

Desde 29 de dezembro até três dias depois de 24 de janeiro, quando Lula será julgado, uma área gigantesca em torno do prédio do Tribunal Regional Federal 4, em Porto Alegre está interditada por ordem do juiz juiz Osorio Avila Neto, da Justiça Federal do Rio Grande do Sul; proibição não vale apenas para militantes do MST, como queria o Ministério Público, mas para toda e qualquer organização social
Desde 29 de dezembro até três dias depois de 24 de janeiro, quando Lula será julgado, uma área gigantesca em torno do prédio do Tribunal Regional Federal 4, em Porto Alegre está interditada por ordem do juiz juiz Osorio Avila Neto, da Justiça Federal do Rio Grande do Sul; proibição não vale apenas para militantes do MST, como queria o Ministério Público, mas para toda e qualquer organização social (Foto: Aquiles Lins)

Do Nocaute - O juiz Osório Avila Neto, da Justiça Federal do Rio Grande do Sul, proibiu que manifestantes acampassem no parque Maurício Sirotski Sobrinho, o Parque Harmonia, em Porto Alegre.

O parque está do lado do prédio do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da $ região), onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem julgamento marcado para o dia 24 de janeiro.

A decisão foi tomada em um processo aberto pelo Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul, movido contra o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). No dia 15, os militantes anunciaram que acampariam no parque para acompanhar o julgamento e apoiar Lula.

A decisão do juiz nāo se refere somente sobre o MST, mas a qualquer pessoa que queira acampar no parque desde agora até três dias depois do julgamento.

O juiz também determinou o isolamento de algumas ruas ao redor do prédio para a permanência e trânsito dos manifestantes.

Em nota, o MST informou que não vai recorrer da decisão judicial, mas vai manter a mobilização marcada para a semana do julgamento de Lula.

O movimento disse reafirmar "a importância da unidade de trabalhadores e trabalhadoras e a legitimidade de promover suas livres manifestações de apoio político junto com outros movimentos populares, centrais sindicais e militantes partidos políticos."

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