Juristas e sindicalistas fazem ato contra as reformas do governo Temer

Juristas, advogados, servidores e centrais sindicais ocuparam a frente do Fórum Trabalhista Autran Nunes, na manhã desta quinta-feira (6), para protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária e contra a terceirização de mão de obra, aprovada pelo governo Temer. Os manifestantes denunciaram o ataque aos direitos trabalhistas com discursos, faixas, cartazes e apresentações artísticas

Juristas, advogados, servidores e centrais sindicais ocuparam a frente do Fórum Trabalhista Autran Nunes, na manhã desta quinta-feira (6), para protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária e contra a terceirização de mão de obra, aprovada pelo governo Temer. Os manifestantes denunciaram o ataque aos direitos trabalhistas com discursos, faixas, cartazes e apresentações artísticas
Juristas, advogados, servidores e centrais sindicais ocuparam a frente do Fórum Trabalhista Autran Nunes, na manhã desta quinta-feira (6), para protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária e contra a terceirização de mão de obra, aprovada pelo governo Temer. Os manifestantes denunciaram o ataque aos direitos trabalhistas com discursos, faixas, cartazes e apresentações artísticas (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Centenas de manifestantes ocuparam, na manhã desta quinta-feira (6), a frente do Fórum Trabalhista Autran Nunes, em Fortaleza, para protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária e contra a terceirização de mão de obra, aprovada pelo governo Temer.

O ato foi promovido pela Associação dos Magistrados do Trabalho da 7a. Região (AMATRA), Associação dos Advogados Trabalhistas do Ceara (ATRACE), Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho (SINDSSETIMA) e Movimento Juristas pela Democracia, com o apoio de centenas de entidades do movimento social e das principais centrais sindicais.

Juristas, advogados e servidores denunciaram o ataque aos direitos trabalhistas com discursos, faixas, cartazes e apresentações artísticas. O presidente da CUT, Wil Pereira, considerou que esse ato é importante para forçar a luta dos trabalhadores. "Ter o apoio dos companheiros e das companheiras que fazem o setor jurídico no Ceará é fundamental. Eles se posicionaram contra o golpe contra a presidenta Dilma. Nós temos que dizer em alto e bom tom que não aceitamos retrocessos nos direitos da classe trabalhadora".

 

 

 

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