Justiça arquiva ação do MPF contra Jaques Wagner

A Justiça Eleitoral da Bahia arquivou uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT); decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) diz que nem o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tampouco o então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, fizeram referência à existência de crime eleitoral na denúncia; Wagner era acusado de ter recebido recursos de Caixa 2 para a campanha de 2010, além de repasses não registrados

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, fala na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado sobre a situação atual e perspectivas futuras do ministério (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, fala na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado sobre a situação atual e perspectivas futuras do ministério (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Voney Malta)

Bahia 247 – O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) decidiu arquivar uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT). O atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia era acusado de receber US$ 12 milhões em Caixa 2 para a campanha de 2010, um relógio no valor de US$ 20 mil e repasses não registrados de R$ 10 milhões.

Segundo a acusação do MPF, os valores teriam sido originados através de concessões fiscais ao Grupo Odebrecht. Entretanto, na decisão publicada nesta sexta-feira, 23, a juíza do TRE-BA, Patrícia Cerqueira Kertzman Szpore, aponta que nem o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tampouco o então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, fizeram qualquer referência à existência de crime eleitoral na denúncia.

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