Justiça decreta prisão preventiva de acusado de incendiar 260 cisternas

Segundo o juiz que acatou a decisão da Promotoria de Justiça e da Polícia Civil, a prisão preventiva do acusado foi baseada no depoimento de testemunhas, realização de exames periciais e ainda com base no comportamento agressivo que José tem apresentado, inclusive, segundo a polícia, ameaçando testemunhas; o indiciado José A. de J., 40 anos, foi preso, em flagrante, pelas polícias Civil e Militar de Taguatinga horas depois do incêndio por apresentar todos os indícios de ser o autor do atentado

Segundo o juiz que acatou a decisão da Promotoria de Justiça e da Polícia Civil, a prisão preventiva do acusado foi baseada no depoimento de testemunhas, realização de exames periciais e ainda com base no comportamento agressivo que José tem apresentado, inclusive, segundo a polícia, ameaçando testemunhas; o indiciado José A. de J., 40 anos, foi preso, em flagrante, pelas polícias Civil e Militar de Taguatinga horas depois do incêndio por apresentar todos os indícios de ser o autor do atentado
Segundo o juiz que acatou a decisão da Promotoria de Justiça e da Polícia Civil, a prisão preventiva do acusado foi baseada no depoimento de testemunhas, realização de exames periciais e ainda com base no comportamento agressivo que José tem apresentado, inclusive, segundo a polícia, ameaçando testemunhas; o indiciado José A. de J., 40 anos, foi preso, em flagrante, pelas polícias Civil e Militar de Taguatinga horas depois do incêndio por apresentar todos os indícios de ser o autor do atentado (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - O juiz plantonista da Vara Criminal Eduardo Barbosa Fernandes da Comarca de Taguatinga decretou nesta última quarta-feira, 28 a prisão preventiva do suspeito de incendiar 260 cisternas na ultima sexta-feira 23, em Taguatinga no sudeste do Estado. O indiciado José A. de J., 40 anos, foi preso, em flagrante, pelas polícias Civil e Militar de Taguatinga horas depois do incêndio por apresentar todos os indícios de ser o autor do atentado.

Segundo o juiz que acatou a decisão da Promotoria de Justiça e da Polícia Civil, a prisão preventiva do acusado foi baseada no depoimento de testemunhas, realização de exames periciais e ainda com base no comportamento agressivo que José tem apresentado, inclusive, segundo a polícia, ameaçando testemunhas. Para o magistrado, o suspeito estando solto poderá dificultar o andamento das investigações e colocar a vida de pessoas em risco.

No documento o juiz Eduardo Barbosa também alega que o crime foi cometido contra a ordem econômica, uma vez que o delito está relacionado às leis que regulam os bens da união. De acordo com o art. 322 do Código de Processo Civil esse tipo de crime é inafiançável.

Segundo o presidente da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), Edmundo Galdino, graças ao esforço de soldados do exército, polícias Civil e Militar além de populares, foi possível salvar 191 cisternas conforme laudo da perícia técnica realizada pela polícia Civil de Taguatinga. O gestor da ATS destaca ainda o empenho da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins para a elucidação do crime. O que se comprova com a prisão de suspeitos no mesmo dia do atentado.

As cisternas fazem parte do programa Tocantins sem Sede que é uma versão do programa “Água para Todos” do Ministério da Integração Nacional e conta com um investimento de R$ 90 milhões. O total de cisternas para o município de Taguatinga é de 901.

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