Justiça manda Samarco realizar perícia de emergência em barragem

Mineradora Samarco deve realizar com urgência uma perícia especializada para verificar se a lama de rejeitos de minério de ferro ainda vaza na barragem de Fundão, que se rompeu no início de novembro do ano passado em Mariana; decisão é da juíza Rosilene Maria Clemente de Souza Ferreira, da 12ª Vara da Justiça Federal; segundo a magistrada, "não há provas definitivas de que a lama que restou na barragem foi contida e nem que as medidas que estão sendo tomadas para essa contenção são totalmente eficazes"

Mineradora Samarco deve realizar com urgência uma perícia especializada para verificar se a lama de rejeitos de minério de ferro ainda vaza na barragem de Fundão, que se rompeu no início de novembro do ano passado em Mariana; decisão é da juíza Rosilene Maria Clemente de Souza Ferreira, da 12ª Vara da Justiça Federal; segundo a magistrada, "não há provas definitivas de que a lama que restou na barragem foi contida e nem que as medidas que estão sendo tomadas para essa contenção são totalmente eficazes"
Mineradora Samarco deve realizar com urgência uma perícia especializada para verificar se a lama de rejeitos de minério de ferro ainda vaza na barragem de Fundão, que se rompeu no início de novembro do ano passado em Mariana; decisão é da juíza Rosilene Maria Clemente de Souza Ferreira, da 12ª Vara da Justiça Federal; segundo a magistrada, "não há provas definitivas de que a lama que restou na barragem foi contida e nem que as medidas que estão sendo tomadas para essa contenção são totalmente eficazes" (Foto: Aquiles Lins)

Minas 247 - A mineradora Samarco deve realizar com urgência uma perícia especializada para verificar se a lama de rejeitos de minério de ferro ainda vaza na barragem de Fundão, que se rompeu no início de novembro do ano passado em Mariana.

A decisão é da juíza Rosilene Maria Clemente de Souza Ferreira, da 12ª Vara da Justiça Federal. Magistrada atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) que, por conta do início do período de chuvas, acredita que sejam causados mais danos ao meio ambiente, com o carreamento de mais sedimentos da lama de rejeitos.

De acordo com a decisão, "não há provas definitivas de que a lama que restou na barragem foi contida e nem que as medidas que estão sendo tomadas para essa contenção são totalmente eficazes".

O rompimento da barragem, que matou 19 pessoas, é considerado o maior desastre ambiental do país. A tragédia destruiu a vegetação e o meio ambiente ao longo da bacia do rio Doce, atingindo dezenas de municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo.

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