Justiça mantém proibição de propagandas ofensivas de Iris

Em sentença proferida na última quinta-feira, juíza retirou de Iris o dobro do tempo que o candidato utilizou para ofender o adversário Vanderlan Cardoso (PSB), deu a ele direito de resposta no tempo destinado a Iris e ainda aplicou a maior multa eleitoral já sentenciada no Brasil, R$ 1,150 milhão; Iris pedia em seu recurso que a Justiça autorizasse pílulas onde ele afirma inveridicamente que Vanderlan criaria 1000 cargos comissionados para dar ao governador Marconi Perillo, entre outras peças apócrifas (sem assinatura) igualmente em desrespeito à Lei Eleitoral

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iris (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O candidato a prefeito de Goiânia Iris Rezende Machado (PMDB) perdeu mais uma na Justiça. O juiz eleitoral Fabiano Abel de Aragão Fernandes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), negou pedido da coligação Experiência e Confiança para retornar com propagandas consideradas ofensivas pela juíza da 146ª Zona Eleitoral Rozana Camapum. Fabiano permitiu, no entanto, que Iris volte a veicular propagandas dentro do que determina a Lei Eleitoral.

Em sentença proferida na última quinta-feira, Camapum retirou de Iris o dobro do tempo que o candidato utilizou para ofender o adversário Vanderlan Cardoso (PSB), deu a ele direito de resposta no tempo destinado a Iris e ainda aplicou a maior multa eleitoral já sentenciada no Brasil, R$ 1,150 milhão.

Iris pedia em seu recurso que a Justiça autorizasse pílulas onde ele afirma inveridicamente que Vanderlan criaria 1000 cargos comissionados para dar ao governador Marconi Perillo, entre outras peças apócrifas (sem assinatura) igualmente em desrespeito à Lei Eleitoral. O magistrado Aragão entendeu que Iris poderia voltar a veicular desde que produzisse uma propaganda sem ofensas.

Iris está sem inserções na propaganda gratuita do rádio e da TV desde a tarde de sexta-feira.

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