Justiça nega liminar para suspender concurso da Polícia Civil

A decisão foi tomada nesta terça-feira, 15; é a segunda vitória do governo do Estado no concurso da Polícia Civil; no último dia 9, o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) não referendou a decisão da conselheira Doris de Miranda Coutinho sobre a suspensão da execução do contrato entre a Secretaria de Administração do Estado e a Fundação Aroeira para a realização do certame; segundo o procurador geral do Estado, Andre Matos Gonçalves, a decisão da Justiça demonstra a seriedade do concurso. “O concurso já passou pelo TCE, agora a Justiça negou o pedido de liminar, o que está se vendo é que é um concurso sério. Os candidatos podem ficar tranquilos, se preparar bem porque o calendário de execução do certame segue normalmente”, afirmou; as inscrições seguem abertas até o dia 22

A decisão foi tomada nesta terça-feira, 15; é a segunda vitória do governo do Estado no concurso da Polícia Civil; no último dia 9, o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) não referendou a decisão da conselheira Doris de Miranda Coutinho sobre a suspensão da execução do contrato entre a Secretaria de Administração do Estado e a Fundação Aroeira para a realização do certame; segundo o procurador geral do Estado, Andre Matos Gonçalves, a decisão da Justiça demonstra a seriedade do concurso. “O concurso já passou pelo TCE, agora a Justiça negou o pedido de liminar, o que está se vendo é que é um concurso sério. Os candidatos podem ficar tranquilos, se preparar bem porque o calendário de execução do certame segue normalmente”, afirmou; as inscrições seguem abertas até o dia 22
A decisão foi tomada nesta terça-feira, 15; é a segunda vitória do governo do Estado no concurso da Polícia Civil; no último dia 9, o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) não referendou a decisão da conselheira Doris de Miranda Coutinho sobre a suspensão da execução do contrato entre a Secretaria de Administração do Estado e a Fundação Aroeira para a realização do certame; segundo o procurador geral do Estado, Andre Matos Gonçalves, a decisão da Justiça demonstra a seriedade do concurso. “O concurso já passou pelo TCE, agora a Justiça negou o pedido de liminar, o que está se vendo é que é um concurso sério. Os candidatos podem ficar tranquilos, se preparar bem porque o calendário de execução do certame segue normalmente”, afirmou; as inscrições seguem abertas até o dia 22 (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 – A Justiça negou o pedido de decisão liminar feita pelo Ministério Público Estadual (MPE) para suspender todos os trâmites relacionados ao concurso público da Polícia Civil do Tocantins. A decisão foi tomada nesta terça-feira, 15. Segundo o procurador geral do Estado, André Matos Gonçalves, a decisão é do juiz Agenor Alexandre da Silva. 

É a segunda vitória do governo do Estado no concurso da Polícia Civil. No último dia 9, o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) não referendou a decisão da conselheira Doris de Miranda Coutinho sobre a suspensão da execução do contrato entre a Secretaria de Administração do Estado e a Fundação Aroeira para a realização do certame. 

Segundo o procurador geral do Estado, Andre Matos Gonçalves, a decisão da Justiça demonstra a seriedade do concurso. “O concurso já passou pelo TCE, agora a Justiça negou o pedido de liminar, o que está se vendo é que é um concurso sério. Os candidatos podem ficar tranquilos, se preparar bem porque o calendário de execução do certame segue normalmente”, afirmou o procurador geral ao Tocantins 247.

As inscrições do concurso continuam abertas até o dia 22 de abril. Das 515 vagas previstas no edital, 397 são para provimento imediato. 97 vagas são para delegado, 38 para agente, 162 para escrivão, 20 para auxiliar de autópsia, 10 para papiloscopista, 10 para médico legista e 60 para perito criminal.

Segundo o cronograma, a primeira categoria a fazer provas objetivas é a de delegado, com exame previsto para o dia 25 de maio; já para agente, escrivão, papiloscopista e agente de necrotomia, a prova está marcada para o dia 1° de junho; enquanto os cargos de perito e médico legista têm exame escrito marcado para 8 de junho. Os salários variam de R$ 4,5 mil a R$ 10,7 mil.

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