Justiça nega pedido de resposta de Doria contra Haddad

A Justiça Eleitoral negou o pedido da campanha do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) para suspender a propaganda eleitoral do prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) que liga os adversários a Michel Temer; em sua decisão, o juiz Sidney Braga afirma que é "fato notório, amplamente divulgado por toda a imprensa nacional e não negado pelos representados, que o PSDB, partido ao qual João Doria é filiado, está aliado à base governista"; o guia eleitoral, a campanha petista afirma que Marta Suplicy (PMDB), João Doria (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) "estão ao lado do governo Temer, que defende muitos retrocessos nos direitos trabalhistas"

A Justiça Eleitoral negou o pedido da campanha do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) para suspender a propaganda eleitoral do prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) que liga os adversários a Michel Temer; em sua decisão, o juiz Sidney Braga afirma que é "fato notório, amplamente divulgado por toda a imprensa nacional e não negado pelos representados, que o PSDB, partido ao qual João Doria é filiado, está aliado à base governista"; o guia eleitoral, a campanha petista afirma que Marta Suplicy (PMDB), João Doria (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) "estão ao lado do governo Temer, que defende muitos retrocessos nos direitos trabalhistas"
A Justiça Eleitoral negou o pedido da campanha do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) para suspender a propaganda eleitoral do prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) que liga os adversários a Michel Temer; em sua decisão, o juiz Sidney Braga afirma que é "fato notório, amplamente divulgado por toda a imprensa nacional e não negado pelos representados, que o PSDB, partido ao qual João Doria é filiado, está aliado à base governista"; o guia eleitoral, a campanha petista afirma que Marta Suplicy (PMDB), João Doria (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) "estão ao lado do governo Temer, que defende muitos retrocessos nos direitos trabalhistas" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A Justiça Eleitoral negou neste sábado (17) o pedido da campanha do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) para suspender a propaganda eleitoral do prefeito e candidato à reeleição Fernando Haddad (PT) que liga os adversários a Michel Temer. Em sua decisão, o juiz Sidney Braga afirma que é "fato notório, amplamente divulgado por toda a imprensa nacional e não negado pelos representados, que o PSDB, partido ao qual João Doria é filiado, está aliado à base governista".

"O PSDB apoia e participa do governo Temer, tendo, inclusive, no Ministério das Relações Exteriores, conhecido filiado, o ministro José Serra. Assim sendo, nada há de inverídico na afirmação de que 'Doria está do lado do governo Temer'", afirma o juiz.

No programa exibido na noite de quarta-feira (14), a campanha petista afirma que Marta Suplicy (PMDB), João Doria (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) "estão ao lado do governo Temer, que defende muitos retrocessos nos direitos trabalhistas".

Segundo a peça, o governo peemedebista "quer aumentar a jornada de trabalho para 12 horas e aumentar o tempo de aposentadoria para 65 anos. Marta, Doria e Russomanno estão do lado do governo Temer".

No pedido, João Doria diz que a propaganda veiculou "fato sabidamente inverídico" e pediu direito de resposta.

 

 

 

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