Justiça reconduz ao cargo promotor que investigou Aécio

Justiça de Belo Horizonte anulou a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que havia removido compulsoriamente o promotor Eduardo Nepomuceno da Promotoria do Patrimônio Público; Nepomuceno ficou conhecido por investigar suspeitas de fraudes no governo Aécio Neves, como a suspeita de fraude na construção do Centro Administrativo, na capital

Justiça de Belo Horizonte anulou a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que havia removido compulsoriamente o promotor Eduardo Nepomuceno da Promotoria do Patrimônio Público; Nepomuceno ficou conhecido por investigar suspeitas de fraudes no governo Aécio Neves, como a suspeita de fraude na construção do Centro Administrativo, na capital
Justiça de Belo Horizonte anulou a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que havia removido compulsoriamente o promotor Eduardo Nepomuceno da Promotoria do Patrimônio Público; Nepomuceno ficou conhecido por investigar suspeitas de fraudes no governo Aécio Neves, como a suspeita de fraude na construção do Centro Administrativo, na capital (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - A Juíza federal Vânila Cardoso Andrade de Moraes, da 18ª Vara de Belo Horizonte, anulou a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que, em dezembro de 2016, removeu compulsoriamente o promotor Eduardo Nepomuceno da Promotoria do Patrimônio Público. A informação é do Blog do Fred.

Nepomuceno ficou conhecido por investigar suspeitas de fraudes no governo Aécio Neves, como a suspeita de fraude na construção do Centro Administrativo, em Belo Horizonte. Antes da remoção, ele apurava a suspeita de desvio de recursos públicos para empresa de Andrea Neves, irmã do senador tucano. Nepomuceno se dizia injustiçado com a punição aplicada pelo CNMP.

O então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não participou da sessão do CNMP que decidiu pela remoção. Investigados por Nepomuceno, como o senador Zezé Perrella (MDB-MG), fizeram representações contra o promotor.

Uma Liminar concedida pela juíza Vânila Moraes determinou que Nepomuceno retorne à titularidade no prazo de 30 dias.

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