Kassab se torna réu por improbidade administrativa

De acordo com a ação, todos os agentes públicos deveriam ter agido “para impedir que a Feira da Madrugada se transformasse em ‘local sem lei’, mas nada fizeram, violando os princípios da legalidade e da moralidade administrativa”; a Promotoria também aponta a existência de um esquema de pagamento de propina para obtenção de permissão de uso dos boxes 

De acordo com a ação, todos os agentes públicos deveriam ter agido “para impedir que a Feira da Madrugada se transformasse em ‘local sem lei’, mas nada fizeram, violando os princípios da legalidade e da moralidade administrativa”; a Promotoria também aponta a existência de um esquema de pagamento de propina para obtenção de permissão de uso dos boxes 
De acordo com a ação, todos os agentes públicos deveriam ter agido “para impedir que a Feira da Madrugada se transformasse em ‘local sem lei’, mas nada fizeram, violando os princípios da legalidade e da moralidade administrativa”; a Promotoria também aponta a existência de um esquema de pagamento de propina para obtenção de permissão de uso dos boxes  (Foto: Roberta Namour)
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247 - O ex-prefeito de São Paulo e atual ministro das cidades, Gilberto Kassab, se tornou réu em uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Estado, por causa do esquema de propinas na Feirinha da Madrugada, no centro da capital. Kassab recorrerá da decisão e ressalta que todos os seus atos foram "corretos e legais" (leia nota aqui).

Também fazem parte do processo o ex-Secretário de Coordenação das Subprefeituras, Ronaldo Souza Camargo, o ex-Secretário Municipal do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque; João Roberto da Fonseca, Presidente da Comissão dos Comerciantes da Feira da Madrugada Pátio do Pari (COFEMAPP) e Manoel Simão Sabino Neto, gestor executivo do Pátio do Pari e Coordenador do Grupo Gestor que administrava a Feira.

Após cerca de oito meses de reformas, a Feirinha da Madrugada, na região do Brás, no Centro, foi reaberta para o público em dezembro de 2013.

De acordo com a ação, todos os agentes públicos deveriam ter agido “para impedir que a Feira da Madrugada se transformasse em ‘local sem lei’, mas nada fizeram, violando os princípios da legalidade e da moralidade administrativa”. A Promotoria também aponta a existência de um esquema de pagamento de propina para obtenção de permissão de uso dos boxes.

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