Kátia Abreu irá ao Senado defender Dilma de pedaladas

A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, confirmou sua presença na Comissão Especial do Impeachment, nesta sexta (29), para explicar "a importância da equalização dos juros para a agricultura brasileira"; ela pretende demonstrar que o que está sendo chamada de "pedalada" para garantir o Plano Safra foi uma antecipação de desembolso pelo Banco do Brasil a fim de equalizar, mas quitar no mesmo ano fiscal

A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, confirmou sua presença na Comissão Especial do Impeachment, nesta sexta (29), para explicar "a importância da equalização dos juros para a agricultura brasileira"; ela pretende demonstrar que o que está sendo chamada de "pedalada" para garantir o Plano Safra foi uma antecipação de desembolso pelo Banco do Brasil a fim de equalizar, mas quitar no mesmo ano fiscal
A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, confirmou sua presença na Comissão Especial do Impeachment, nesta sexta (29), para explicar "a importância da equalização dos juros para a agricultura brasileira"; ela pretende demonstrar que o que está sendo chamada de "pedalada" para garantir o Plano Safra foi uma antecipação de desembolso pelo Banco do Brasil a fim de equalizar, mas quitar no mesmo ano fiscal (Foto: Valter Lima)
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247 - A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, confirmou sua presença na Comissão Especial do Impeachment, nesta sexta-feira (29), para explicar "a importância da equalização dos juros para a agricultura brasileira".

A ministra pretende demonstrar que o que está sendo chamada de "pedalada" para garantir o Plano Safra foi uma antecipação de desembolso pelo Banco do Brasil a fim de equalizar (pagar a diferença entre o juro cobrado ao produtor rural, que hoje é 8,75%, e o juro real nos bancos, que é de 16%), mas quitar no mesmo ano fiscal. Ela comparou o pagamento antecipado a "comprar fiado, anotar na caderneta e depois pagar".

"Como é que a agricultura brasileira iria sobreviver com o produtor pagando taxa de juros de 16% enquanto no resto do mundo a taxa é de 5% ou 6%?", questiona.

 

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