Kátia estreita relação com PDT, mas também mira o PSB

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) abriu na última semana sua casa, em Brasília, para o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e prometeu dar resposta ao convite da legenda até junho; a parlamentar também manteve conversas com o PSB, de Carlos Siqueira, que, no Tocantins, está sob comando de um adversário dela, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha

Senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) cobra regras claras na regulamentação da Emenda Constitucional 81, que estabelece a desapropriação, sem qualquer indenização, de imóveis de pessoas e empresas nos quais haja exploração do trabalho escravo
Senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) cobra regras claras na regulamentação da Emenda Constitucional 81, que estabelece a desapropriação, sem qualquer indenização, de imóveis de pessoas e empresas nos quais haja exploração do trabalho escravo (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) abriu na última semana sua casa, em Brasília, para o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e prometeu dar resposta ao convite da legenda até junho. De acordo com informações de Época, a parlamentar também manteve conversas com o PSB, de Carlos Siqueira, que, no Tocantins, está sob comando de um adversário dela, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha.

Desde o golpe contra Dilma Rousseff, caciques do PMDB não veem Kátia com bons olhos. Os políticos mais próximos de Kátia Abreu, hoje, são os rebeldes Renan Calheiros (PMDB-AL) e Roberto Requião (PMDB-PR).

A congressista pediu um tempo às lideranças do PDT e do PSB, para ter perspectivas sobre os desdobramentos das delações da Odebrecht. A peemedebista teme que atrapalhe as delações atrapalhem sua candidatura ao governo do Tocantins. Na lista de Fachin, a senadora era conhecida como “Machado”, e teria recebido R$ 500 mil em duas prestações nas eleições de 2014. Ela negou irregularidades.

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