Kotscho: ‘onda Doria’ lembra Collor em 1989

"Jovem intrépido, empresário de sucesso, fina estampa, cabelos e colarinhos sempre engomados, bom de discurso e de debate, Collor apresentava-se como o apolítico na luta contra a corrupção dos velhos caciques, embora pertencesse à antiga oligarquia nordestina. Com perfil bastante semelhante, Dória também surgiu como grande novidade nas eleições municipais do ano passado, anunciando-se como 'gestor e não político' e, assim como Collor, foi o principal marqueteiro da sua campanha", compara o jornalista

"Jovem intrépido, empresário de sucesso, fina estampa, cabelos e colarinhos sempre engomados, bom de discurso e de debate, Collor apresentava-se como o apolítico na luta contra a corrupção dos velhos caciques, embora pertencesse à antiga oligarquia nordestina. Com perfil bastante semelhante, Dória também surgiu como grande novidade nas eleições municipais do ano passado, anunciando-se como 'gestor e não político' e, assim como Collor, foi o principal marqueteiro da sua campanha", compara o jornalista
"Jovem intrépido, empresário de sucesso, fina estampa, cabelos e colarinhos sempre engomados, bom de discurso e de debate, Collor apresentava-se como o apolítico na luta contra a corrupção dos velhos caciques, embora pertencesse à antiga oligarquia nordestina. Com perfil bastante semelhante, Dória também surgiu como grande novidade nas eleições municipais do ano passado, anunciando-se como 'gestor e não político' e, assim como Collor, foi o principal marqueteiro da sua campanha", compara o jornalista (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho afirmou nesta terça-feira, 7, que o entusiasmo que está formando em torno do prefeito de São Paulo, João Doria Jr (PSDB), com seu nome cogitado a uma eventual candidatura a presidente em 2018, lembra fato semelhante ocorrido com o ex-presidente Fernando Collor de Mello. 

"A onda Collor começou a se formar aos poucos, em programas de TV e capas de revista, nos quais ele aparecia como valente 'caçador de marajás' (os funcionários do governo de Alagoas que ganhavam altos salários). Naquela época, como agora, o alto empresariado, o mercado financeiro e a grande mídia procuravam um candidato do campo conservador capaz de defender seus interesses contra a ameaça à esquerda representada por Lula e Brizola", recorda Kotscho. 

"Jovem intrépido, empresário de sucesso, fina estampa, cabelos e colarinhos sempre engomados, bom de discurso e de debate, Collor apresentava-se como o apolítico na luta contra a corrupção dos velhos caciques, embora pertencesse à antiga oligarquia nordestina. Com perfil bastante semelhante, Dória também surgiu como grande novidade nas eleições municipais do ano passado, anunciando-se como 'gestor e não político' e, assim como Collor, foi o principal marqueteiro da sua campanha", diz Kotscho. 

O colunista lembra que, embora tenha jurado duas vezes a Heródoto Barbeiro, em entrevistas gravadas na Record News, que ficará os quatro anos de mandato na prefeitura, João Dória já não respondeu com tanta convicção quando lhe perguntaram ontem na rádio Jovem Pan se aceitaria se candidatar à Presidência caso receba um apelo dos tucanos: "O apelo não foi feito ainda, então não posso responder", disse Doria. 

Leia na íntegra o artigo no Balaio do Kotscho. 

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