Lava Jato encontra prova de propina no Rodoanel

A Lava Jato apreendeu, durante a operação Saqueador, notas fiscais que confirmam o pagamento de propina nas obras do Rodoanel, em São Paulo; o MPF no Rio de Janeiro compartilhou as provas com a Lava Jato e elas foram anexadas ao inquérito da Operação Abismo; duas notas, que somam quase R$ 3 milhões, foram emitidas em nome da Construcap CCPS Engenharia e Comercio S/A; dinheiro de propina teria sido repassado para o empresário Adir Assad, que foi preso no último dia 30

A Lava Jato apreendeu, durante a operação Saqueador, notas fiscais que confirmam o pagamento de propina nas obras do Rodoanel, em São Paulo; o MPF no Rio de Janeiro compartilhou as provas com a Lava Jato e elas foram anexadas ao inquérito da Operação Abismo; duas notas, que somam quase R$ 3 milhões, foram emitidas em nome da Construcap CCPS Engenharia e Comercio S/A; dinheiro de propina teria sido repassado para o empresário Adir Assad, que foi preso no último dia 30
A Lava Jato apreendeu, durante a operação Saqueador, notas fiscais que confirmam o pagamento de propina nas obras do Rodoanel, em São Paulo; o MPF no Rio de Janeiro compartilhou as provas com a Lava Jato e elas foram anexadas ao inquérito da Operação Abismo; duas notas, que somam quase R$ 3 milhões, foram emitidas em nome da Construcap CCPS Engenharia e Comercio S/A; dinheiro de propina teria sido repassado para o empresário Adir Assad, que foi preso no último dia 30 (Foto: Valter Lima)
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247 - A Lava Jato apreendeu, durante a operação Saqueador, notas fiscais que confirmam o pagamento de propina nas obras do Rodoanel, em São Paulo. 

O MPF no Rio de Janeiro compartilhou as provas com a Lava Jato e elas foram anexadas ao inquérito da Operação Abismo. Duas notas, que somam quase R$ 3 milhões, foram emitidas em nome da Construcap CCPS Engenharia e Comercio S/A.

Na nota, a identificação: "Obra - Rodoanel AG/Galvão"

O consórcio liderado pelas empreiteiras Andrade Gutierrez e Galvão Engenharia obteve o lote 1, do trecho Sul do Rodoanel, na licitação realizada em 2006, no valor inicial de R$ 500 milhões.
 
Documentos contábeis da Andrade Gutierrez apontam repasses da empreiteira relacionados a importantes obras do Governo de São Paulo, durante as gestões dos tucanos José Serra (2007-2010) e Alberto Goldman (2010), para firmas de fachada ligadas ao empresário Adir Assad, preso por propinas no esquema de corrupção da Petrobras.

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