Lava Jato impacta R$ 21 bilhões na economia baiana

Feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), um estudo técnico aponta que a economia baiana é a sexta mais afetada pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e pode ter prejuízos de até R$ 21,3 bilhões; de acordo com o estudo, a estagnação nos investimentos em obras como a construção do estaleiro Enseada, em Maragojipe (foto), e a Ferrovia Oeste-Leste, deve acarretar na perda do valor

Feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), um estudo técnico aponta que a economia baiana é a sexta mais afetada pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e pode ter prejuízos de até R$ 21,3 bilhões; de acordo com o estudo, a estagnação nos investimentos em obras como a construção do estaleiro Enseada, em Maragojipe (foto), e a Ferrovia Oeste-Leste, deve acarretar na perda do valor
Feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), um estudo técnico aponta que a economia baiana é a sexta mais afetada pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e pode ter prejuízos de até R$ 21,3 bilhões; de acordo com o estudo, a estagnação nos investimentos em obras como a construção do estaleiro Enseada, em Maragojipe (foto), e a Ferrovia Oeste-Leste, deve acarretar na perda do valor (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), um estudo técnico aponta que a economia baiana é a sexta mais afetada pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e pode ter prejuízos de até R$ 21,3 bilhões.

De acordo com o estudo, a estagnação nos investimentos em obras como a construção do estaleiro Enseada, em Maragojipe, e a Ferrovia Oeste-Leste, deve acarretar na perda do valor.

O estado mais afetado pelas investigações da PF sobre o escândalo de corrupção descoberto na Petrobras é o Rio de Janeiro, que pode ter prejuízo de até 105,8 bilhões; seguido por São Paulo, com R$ 78,2 bilhões; Pernambuco, com 73,5 bilhões; Pará, com R$ 34,2 bilhões; e Rondônia, com prejuízos estimados em R$ 28 bilhões.

O estudo técnico da Firjan revela ainda que, em todo o país, existem 109 obras de infraestrutura, duas unidades de refino (Abreu e Lima, em Pernambuco, e Comperj, no Rio), duas plantas de fertilizantes em 18 estaleiros ameaçados de paralisação com impactos em torno de R$ 423,8 bilhões para a economia brasileira.

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