Lázaro Botelho será investigado pelo STF

Deputado Lázaro Botelho (PP-TO), um dos integrantes da Comissão de Ética da Câmara Federal, será um dos parlamentares investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF); o doleiro Alberto Youssef, apontado pela Polícia Federal como líder do esquema de corrupção envolvendo Petrobras, políticos e empreiteiras, disse que o parlamentar fazia parte do grupo de políticos do PP que recebia propina; de acordo com o doleiro, "havia outros deputados do PP, cuja posição era de menor relevância dentro do partido", que recebiam entre R$ 30 mil a R$ 150 mil por mês"; Botelho nega as acusações e afirmou estar "absolutamente tranquilo"

Deputado Lázaro Botelho (PP-TO), um dos integrantes da Comissão de Ética da Câmara Federal, será um dos parlamentares investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF); o doleiro Alberto Youssef, apontado pela Polícia Federal como líder do esquema de corrupção envolvendo Petrobras, políticos e empreiteiras, disse que o parlamentar fazia parte do grupo de políticos do PP que recebia propina; de acordo com o doleiro, "havia outros deputados do PP, cuja posição era de menor relevância dentro do partido", que recebiam entre R$ 30 mil a R$ 150 mil por mês"; Botelho nega as acusações e afirmou estar "absolutamente tranquilo"
Deputado Lázaro Botelho (PP-TO), um dos integrantes da Comissão de Ética da Câmara Federal, será um dos parlamentares investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF); o doleiro Alberto Youssef, apontado pela Polícia Federal como líder do esquema de corrupção envolvendo Petrobras, políticos e empreiteiras, disse que o parlamentar fazia parte do grupo de políticos do PP que recebia propina; de acordo com o doleiro, "havia outros deputados do PP, cuja posição era de menor relevância dentro do partido", que recebiam entre R$ 30 mil a R$ 150 mil por mês"; Botelho nega as acusações e afirmou estar "absolutamente tranquilo" (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O deputado Lázaro Botelho (PP-TO), um dos integrantes da Comissão de Ética da Câmara Federal, será um dos parlamentares investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O doleiro Alberto Youssef disse que o parlamentar fazia parte do grupo de políticos do PP que recebia propina.

De acordo com o doleiro, "havia outros deputados do PP, cuja posição era de menor relevância dentro do partido, que recebiam entre R$ 30.000,00 a R$ 150.000,00 por mês".

Entre os deputados que Youssef diz ter certeza "de que receberam valores estão Gladison Cameli, Arthur Lira, João Leão, Roberto Britto, José Linhares, Roberto Balestra, Sandes Júnior, Waldir Maranhão, Luiz Fernando Faria, Aguinaldo Ribeiro, Dilceu Sperafico, Eduardo da Fonte, Roberto Teixeira, Simão Sessim, Julio Lopes, Jerônimos Goergen, Afonso Hamm, José Otávio Germano, Luis Carlos Heinze, Renato Molling, Vilson Covatti, Carlos Magno, Aline Corrêa, Missionário José Olímpio, Lázaro Botelho".

O doleiro contou que quem comandava a alta cúpula do Partido Progressista tinha participação maior nos valores a serem recebidos. Segundo o Estadão, Youssef mencionou o ex-deputado José Janene, Mário Negromonte, João Pizzolatti, Pedro Corrêa e Nelson Meurer, que receberiam cerca de R$ 250.000,00 a R$ 300.000,00 por mês.

Outro lado

Em nota, o deputado Lázaro Botelho informou que ficou surpreso com a citação do seu nome entre os envolvidos nas investigações da chamada operação “Lava Jato”. "O deputado vem a público informar que está absolutamente tranqüilo e que vai buscar maiores informações para se posicionar melhor sobre o assunto", diz o texto.

O parlamentar afirmou, ainda, "que se trata de um pedido inicial de apuração e que ele confia na justiça brasileira e tem a certeza de que será provado, que ele não tem nenhum envolvimento com o fato que está sendo apurado".

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