Líder do PCdoB: ‘Dilma tem mandato ameaçado por conspirata de corruptos’

O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), disse que a presidente Dilma não tem “nenhum crime contra ela”, considerando que está em curso uma conspiração que seria conduzida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Almeida criticou que a saída proposta pelos favoráveis ao impeachment não tenha o apoio da população, “que não quer essa agenda do retrocesso, do Estado mínimo, do pacto para impedir que corruptos que aqui estão, nessa Câmara, não sejam punidos”

O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), disse que a presidente Dilma não tem “nenhum crime contra ela”, considerando que está em curso uma conspiração que seria conduzida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Almeida criticou que a saída proposta pelos favoráveis ao impeachment não tenha o apoio da população, “que não quer essa agenda do retrocesso, do Estado mínimo, do pacto para impedir que corruptos que aqui estão, nessa Câmara, não sejam punidos”
O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), disse que a presidente Dilma não tem “nenhum crime contra ela”, considerando que está em curso uma conspiração que seria conduzida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Almeida criticou que a saída proposta pelos favoráveis ao impeachment não tenha o apoio da população, “que não quer essa agenda do retrocesso, do Estado mínimo, do pacto para impedir que corruptos que aqui estão, nessa Câmara, não sejam punidos” (Foto: Leonardo Lucena)
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Agência Câmara - O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), disse que a presidente Dilma Rousseff não tem “nenhum crime contra ela”, considerando que está em curso uma conspiração que seria conduzida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Almeida disse que um futuro governo pós-Dilma não tem interlocução com os movimentos sociais e não tem base política. Para ele, o caminho do impeachment é do “agravamento da crise política e econômica”.

“Querem transformar esse Plenário em um colégio eleitoral, mas não estamos no Parlamentarismo, por isso querem usurpar o voto popular”, disse. Ele criticou que a saída proposta pelos favoráveis ao impeachment não tenha o apoio da população, “que não quer essa agenda do retrocesso, do Estado mínimo, do pacto para impedir que corruptos que aqui estão, nessa Câmara, não sejam punidos”.

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