Líder do PT diz que "Marina será uma FHC de saias"

Senador Humberto Costa (PT) seguiu à risca a estratégia desenhada pelo partido quanto aos ataques contra a candidata do PSB e disse que ela será uma "FHC de saias"; do alto da tribuna, líder do PT disse que se eleita, Marina Silva irá se render ao mercado financeiro e retomar a política neoliberal dos governos do PSDB; "Será uma FHC de saias. A proposta de Marina é deixar que a mão do mercado regule tudo. É dar autonomia total ao Banco Central, coisa que nem o Fernando Henrique deu", disparou

Senador Humberto Costa (PT) seguiu à risca a estratégia desenhada pelo partido quanto aos ataques contra a candidata do PSB e disse que ela será uma "FHC de saias"; do alto da tribuna, líder do PT disse que se eleita, Marina Silva irá se render ao mercado financeiro e retomar a política neoliberal dos governos do PSDB; "Será uma FHC de saias. A proposta de Marina é deixar que a mão do mercado regule tudo. É dar autonomia total ao Banco Central, coisa que nem o Fernando Henrique deu", disparou
Senador Humberto Costa (PT) seguiu à risca a estratégia desenhada pelo partido quanto aos ataques contra a candidata do PSB e disse que ela será uma "FHC de saias"; do alto da tribuna, líder do PT disse que se eleita, Marina Silva irá se render ao mercado financeiro e retomar a política neoliberal dos governos do PSDB; "Será uma FHC de saias. A proposta de Marina é deixar que a mão do mercado regule tudo. É dar autonomia total ao Banco Central, coisa que nem o Fernando Henrique deu", disparou (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT), seguiu à risca a estratégia desenhada pelo partido quanto aos ataques contra a candidata do PSB à Presidência da República, a ex-senadora Marina Silva. Humberto disse que se eleita Marina será uma "FHC de saias" em uma clara referência ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O petista também acusou a adversária da presidente Dilma Rousseff (PT) de ser "obscurantista" em suas propostas e de praticar a "velha política", unindo-se a "raposas.

Humberto disse, do alto da tribuna do Senado, que Marina "ora diz uma coisa, ora diz outra" e que "não se compromete com nenhuma posição, que promete governar por meio de plebiscito. Que não dá resposta concreta a nenhuma pergunta". Segundo o petista, a candidata do PSB "não tem lado", preferindo "ficar em cima do muro".

Para Humberto, caso seja eleita, marina irá se render ao mercado financeiro e retomar a política neoliberal dos governos do PSDB. "Será uma FHC de saias. A proposta de Marina é deixar que a mão do mercado regule tudo. É dar autonomia total ao Banco Central, coisa que nem o Fernando Henrique deu", disparou o senador. Ele também condenou a política de alianças do PSB ao citar a união de Marina com nomes da "velha política", como o candidato ao Senado Paulo Bornhausen (PSD-SC), filho do ex-senador Jorge Bornhausen, "aquele que queria acabar com a raça do PT", frisou.

Ele também atacou o fato de Marina ter entrado nas fileiras do PSB devido a uma necessidade meramente eleitoral, uma vez que a sua permanência no PSB só seria válida até a criação da Rede Sustentabilidade. "Que controle teria ela sobre um eventual governo? Até vereador de Goiás construiu partido nacional, e a senhora Marina Silva não conseguiu criar o seu. Ela já tem até data para saída desse partido, assim que conseguir montar legenda para chamar de sua", assegurou.

Humberto também observou que Marina não terá uma base forte no Congresso caso seja eleita e que o seu programa de governo tem falhas graves no que diz respeito a economia. Como exemplo, Humberto criticou o fato do pré-sal não estar incluído no programa de governo da socialista, o que soa como uma espécie de indireta sobre uma possível exploração das áreas para empresas internacionais do setor petrolífero.

"Quantos empregos serão jogados na lata do lixo por esse obscurantismo ambiental que se propõe a ser progressista? Não há outra razão que leve alguém que ser presidente da República a ignorar o pré-sal. Ou é cegueira política, ou é interesse escuso", acusou.

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