Líder do SDD quer processo criminal contra Argôlo

Enquanto o diretório do Solidariedade (SDD) na Bahia não se pronuncia sobre possível expulsão do deputado federal Luiz Argôlo, o líder do partido na Câmara, Fernando Francischini, se antecipou e prometeu abrir processo criminal contra o correligionário no STF; ele alegará que se sente constrangido com as supostas negociatas de Argôlo, flagrado em conversas com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, da Polícia Federal

Enquanto o diretório do Solidariedade (SDD) na Bahia não se pronuncia sobre possível expulsão do deputado federal Luiz Argôlo, o líder do partido na Câmara, Fernando Francischini, se antecipou e prometeu abrir processo criminal contra o correligionário no STF; ele alegará que se sente constrangido com as supostas negociatas de Argôlo, flagrado em conversas com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, da Polícia Federal
Enquanto o diretório do Solidariedade (SDD) na Bahia não se pronuncia sobre possível expulsão do deputado federal Luiz Argôlo, o líder do partido na Câmara, Fernando Francischini, se antecipou e prometeu abrir processo criminal contra o correligionário no STF; ele alegará que se sente constrangido com as supostas negociatas de Argôlo, flagrado em conversas com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, da Polícia Federal (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Enquanto o diretório do Solidariedade (SDD) na Bahia não se pronuncia sobre possível expulsão do deputado federal Luiz Argôlo, o líder do partido na Câmara, Fernando Francischini, se antecipou e prometeu abrir processo criminal contra o correligionário no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo nota de Lauro Jardim, Francischini 'não suporta mais ter Argôlo, que integra a Executiva nacional da legenda, entre seus pares'.

Na ação que será movida contra o parlamentar baiano, Francischini alegará que se sente constrangido com as supostas negociatas de Argôlo, flagrado em conversas com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, da Polícia Federal.

O presidente do SDD na Bahia, o também deputado federal Marcos Medrado, afirma que o partido só tomará alguma decisão após conclusão da Justiça. Luiz Argôlo afirma que não vai se desfiliar de seu partido nem renunciará ao mandato. Ele diz que vai provar sua "inocência".

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