Lídice: Temer fez ‘troca de favores’ para aprovar PEC

Senadora baiana Lídice da Mata (PSB) avalia como "catastrófica" a aprovação da PEC 241 pela Câmara dos Deputados, e lembra que nos próximos 20 anos, os cinco próximos presidentes da República não poderão debater sobre novos investimentos na Saúde com a população; segundo Lídice, Michel Temer usou métodos escusos para garantir a aprovação da matéria; "Eles ficaram aprisionados à uma decisão tomada sem discussão, por um presidente interino que utilizou de expedientes como trocas de cargos e de favores para obter tal resultado"  

Senadora baiana Lídice da Mata (PSB) avalia como "catastrófica" a aprovação da PEC 241 pela Câmara dos Deputados, e lembra que nos próximos 20 anos, os cinco próximos presidentes da República não poderão debater sobre novos investimentos na Saúde com a população; segundo Lídice, Michel Temer usou métodos escusos para garantir a aprovação da matéria; "Eles ficaram aprisionados à uma decisão tomada sem discussão, por um presidente interino que utilizou de expedientes como trocas de cargos e de favores para obter tal resultado"
 
Senadora baiana Lídice da Mata (PSB) avalia como "catastrófica" a aprovação da PEC 241 pela Câmara dos Deputados, e lembra que nos próximos 20 anos, os cinco próximos presidentes da República não poderão debater sobre novos investimentos na Saúde com a população; segundo Lídice, Michel Temer usou métodos escusos para garantir a aprovação da matéria; "Eles ficaram aprisionados à uma decisão tomada sem discussão, por um presidente interino que utilizou de expedientes como trocas de cargos e de favores para obter tal resultado"   (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A senadora baiana Lídice da Mata (PSB) avalia como "catastrófica" a aprovação da PEC 241 na noite desta segunda-feira (10), pela Câmara Federal por 366 votos a 111. De acordo com a parlamentar, a proposta que prevê congelamento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos prejudicará profundamente os setores da Saúde e Educação.

Ela lembra que nos próximos 20 anos, os cinco presidentes da República não poderão debater sobre novos investimentos na Saúde com a população.

"Eles ficaram aprisionados à uma decisão tomada sem discussão, por um presidente interino que utilizou de expedientes como trocas de cargos e de favores para obter tal resultado".

"A PEC 241 é um absurdo. Primeiro, invade a competência dos próximos governantes. Depois, congelar os gastos da Saúde é muito grave, pois o governo estará impedido de investir no combate a epidemias", afirma Lídice.

Ao vivo na TV 247 Youtube 247