Linha 4 do metrô de SP deve ficar pelo menos 54% mais cara

Retomada das obras da Linha 4-Amarela da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), paralisadas há nove meses após rescisão contratual, deve aumentar em pelo menos 54% o custo do empreendimento, que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital; o valor de 4 estações, 1 pátio, 1 terminal de ônibus e 1 túnel ficará ao menos R$ 381,6 milhões mais caro do que o previsto; o Metrô alega acréscimo de serviços

Retomada das obras da Linha 4-Amarela da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), paralisadas há nove meses após rescisão contratual, deve aumentar em pelo menos 54% o custo do empreendimento, que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital; o valor de 4 estações, 1 pátio, 1 terminal de ônibus e 1 túnel ficará ao menos R$ 381,6 milhões mais caro do que o previsto; o Metrô alega acréscimo de serviços
Retomada das obras da Linha 4-Amarela da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), paralisadas há nove meses após rescisão contratual, deve aumentar em pelo menos 54% o custo do empreendimento, que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital; o valor de 4 estações, 1 pátio, 1 terminal de ônibus e 1 túnel ficará ao menos R$ 381,6 milhões mais caro do que o previsto; o Metrô alega acréscimo de serviços (Foto: Roberta Namour)
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247 - A retomada das obras da Linha 4-Amarela da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), paralisadas há nove meses após rescisão contratual, deve aumentar em pelo menos 54% o custo do empreendimento, que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital, segundo reportagem de Fabio Leite.

O valor de 4 estações, 1 pátio, 1 terminal de ônibus e 1 túnel ficará ao menos R$ 381,6 milhões mais caro do que o previsto. O Metrô alega acréscimo de serviços. 

Até julho de 2015, quando os dois contratos com a empresa Isolux Corsán foram rescindidos por atrasos na execução, o custo seria de R$ 706,9 milhões. Das quatro estações previstas, só a Fradique Coutinho foi entregue e entrou em operação em novembro de 2014. A Higienópolis/Mackenzie foi paralisada com 60% das obras prontas, e a Oscar Freire, com 40%, conforme a companhia (leia aqui).

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