Lobista do merendão delata dois encontros com Capez

Em delação premiada, o lobista Marcel Ferreira Julio, que atuava para a cooperativa Coaf, suspeita de comandar esquema de desvios da merenda em São Paulo, relatou que se encontrou duas vezes com o deputado Fernando Capez (PSDB) em 2014; disse ter visto o hoje presidente da Assembleia Legislativa ligar para a Secretaria Estadual da Educação para agilizar um contrato mediante propina; a divisão do dinheiro teria ficado assim: R$ 450 mil para a campanha de Capez, 2% para Marcel, 2% para César (outro membro da Coaf) e R$ 250 mil para ex-assessores do parlamentar

Em delação premiada, o lobista Marcel Ferreira Julio, que atuava para a cooperativa Coaf, suspeita de comandar esquema de desvios da merenda em São Paulo, relatou que se encontrou duas vezes com o deputado Fernando Capez (PSDB) em 2014; disse ter visto o hoje presidente da Assembleia Legislativa ligar para a Secretaria Estadual da Educação para agilizar um contrato mediante propina; a divisão do dinheiro teria ficado assim: R$ 450 mil para a campanha de Capez, 2% para Marcel, 2% para César (outro membro da Coaf) e R$ 250 mil para ex-assessores do parlamentar
Em delação premiada, o lobista Marcel Ferreira Julio, que atuava para a cooperativa Coaf, suspeita de comandar esquema de desvios da merenda em São Paulo, relatou que se encontrou duas vezes com o deputado Fernando Capez (PSDB) em 2014; disse ter visto o hoje presidente da Assembleia Legislativa ligar para a Secretaria Estadual da Educação para agilizar um contrato mediante propina; a divisão do dinheiro teria ficado assim: R$ 450 mil para a campanha de Capez, 2% para Marcel, 2% para César (outro membro da Coaf) e R$ 250 mil para ex-assessores do parlamentar (Foto: Roberta Namour)

247 - Em delação premiada, o lobista Marcel Ferreira Julio, que atuava para a cooperativa Coaf, suspeita de comandar esquema de desvios da merenda em São Paulo, relatou que se encontrou duas vezes com o deputado Fernando Capez (PSDB) em 2014.

Segundo reportagem de Reynaldo Turollo Jr., em um dos encontros, disse ter visto o hoje presidente da Assembleia Legislativa ligar para a Secretaria Estadual da Educação para agilizar um contrato da Coaf e, em seguida, sinalizar que queria dinheiro para sua campanha.

Marcel afirma que os encontros foram realizados no escritório político de Capez, por intermédio de Luiz Carlos Gutierrez, o Licá, assessor próximo do deputado.

A divisão da propina teria ficado assim: R$ 450 mil para a campanha, 2% para Marcel, 2% para César (outro membro da Coaf) e R$ 250 mil para ex-assessores do parlamentar (leia aqui).

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